terça-feira, 4 de agosto de 2009
Setembro
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Van Gogh
Nascido em Zundert, uma cidade próxima a Breda, na província de Brabante do Norte, nos Países Baixos, Vicent Van Gogh era filho de Theodorus, um pastor da Igreja Reformada Neerlandesa, e de Anna Cornelia Carbentus. Recebeu o mesmo nome de seu avô paterno e também daquele que seria o primogênito da família, morto antes mesmo de nascer exatamente um ano antes de seu nascimento. Especula-se que este fato tenha influenciado profundamente certos aspectos de sua personalidade, e que determinadas características de sua pintura (como a utilização de pares de figuras masculinas) tenham sido motivadas por isso. Ao todo, Vincent teve dois irmãos: Theodorus, apelidado de Theo, e Cornelius, e mais três irmãs: Elisabeth, Anna e Willemina.
Vincent era uma criança séria, quieta e introspectiva. Desenvolveu através dos anos uma grande amizade e forte ligação com seu irmão mais novo, Theo. Por influência do tio, aos 16 anos resolveu se mudar de casa para trabalhar como comerciante de artes. Sua vida então começou a se direcionar a assuntos religiosos, sendo demitido de seu emprego. Retornando à Inglaterra, tentou estudar Teologia e trabalhar voluntariamente em uma livraria, mas novamente encontrou o fracasso.
A Arte
Por influência de seu irmão Theodoro, Van Gogh começou a levar a pintura mais a sério. Em 1883, mudou-se para Nuenen (Holanda), onde se dedicou à pintura. Lá se apaixonou pela filha de uma vizinha, Margot Begemann. Decidiram se casar, mas suas famílias não aceitaram o casamento, o que fez com que Margot tentasse o suicídio.
Em 1885, o pai de Van Gogh morreu de infarte. Neste mesmo ano ele pintou aquela que é considerada a sua primeira grande obra: Os Comedores de Batata.
Em 1886, o pintor muda-se para Paris com seu irmão Theo. Por alguns meses, Vincent trabalhou no Estúdio Cormon, onde conheceu os artistas John Peter Russell, Émile Bernard e Henri de Toulouse-Lautrec, entre outros. Este último, alcóolatra, apresenta Van Gogh ao absinto, bebida popular da ocasião, que viria a ser muito consumida pelo pintor, que a retratou em Natureza Morta com Absinto.
Naquela época, o impressionismo tomava conta das galerias de arte de Paris, mas Van Gogh tinha problemas em assimilar esse novo conceito de pintura. Vincent começou o uso da técnica do pontilhismo, inspirados no pintor Georges Seurat. A partir de sua estada em Paris, Van Gogh abandona sua temática sombria e obscura de camponeses e suas obras recebem tons mais claros. São desta época os quadros Mulher Sentada no Café du Tambourin, A ponte Grande Jatte sobre o Sena, Quatro Girassóis, os Retratos de Père Tanguy, entre outros.
Muda-se para o interior da França com o amigo, também pintor, Gauguin. Apesar da admiração mútua entre os artistas, os dois tinham “incompatibilidade de temperamentos”, como o próprio amigo afirmava. Gauguin sentia-se incomodado com as variações de humor de Vincent, o que complicava ainda mais o relacionamento entre eles.
Um dos fatos que marcou também a personalidade de Van Gogh foi a loucura. Após a saída de Gauguin para uma caminhada, Van Gogh o segue e o surpreende com uma navalha aberta. Gauguin se assusta e decide pernoitar em uma pensão. Transtornado e com remorso pelo feito, Vincent corta um pedaço de sua orelha direita, embrulha-a em um lenço e leva, como presente, a uma prostituta. Vincent retorna à sua casa e deita-se para dormir como se nada tivesse acontecido. A polícia é avisada e encontra-o sem sentidos e ensanguentado. O artista é encaminhado ao hospital da cidade imediatamente.
Com a mudança psicológica, o estilo de pintura acompanhou esta fusão e Van Gogh trocou o pontilhado por pequenas pinceladas.
O artista começa a ter paranoias, imagina que lhe querem envenenar. Os cidadãos de Arles, apreensivos, solicitam seu internamento definitivo. Sendo assim, Van Gogh passa a viver no hospital de Arles como paciente e preso.
Abandonado pelo seu amigo Gauguin e rejeitado pelos cidadãos de Arles, Van Gogh se apega ainda mais ao irmão que estava para casar, deixando-o levar a uma depressão profunda de abandono. Em 1889, aos 36 anos, pediu para ser internado no hospital psiquiátrico em Saint-Paul-de-Mausole. A região do asilo possuía muitas searas de trigo, vinhas e olivais, que transformaram-se na principal fonte de inspiração para os quadros seguintes, que marcaram nova mudança de estilo: as pequenas pinceladas evoluíram para curvas espiraladas. Esta foi a época mais produtiva do artista, que pintava praticamente um quadro ao dia, sendo um deles inspirado no próprio médico que o consultara, a tela conhecida como Retrato do Doutor Gachet, que o mesmo não encontrou sucesso no estado de espírito do paciente.
Entretanto, a depressão agravou-se, e a 27 de julho de 1890, depois de semanas de intensa atividade criativa, Van Gogh dirige-se ao campo onde disparou um tiro contra o peito. Arrastou-se de volta à pensão onde se instalara e onde morreu dois dias depois, nos braços de seu irmão Theo. As suas últimas palavras, dirigidas a Theo, teriam sido: "La tristesse durera toujours" (em francês, "A tristeza durará para sempre").
quarta-feira, 29 de julho de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
A Decadência
Conheça as pessoas, cumprimente-as, seja gentil com todas, talvez isso possa lhe ajudar mais pra frente em algo empreendedor. Não é ser interesseiro, mas sim, algo necessário. Pare com essa de não fazer questão das pessoas, nem tudo você pode decidir em seu comportamento. São coisas naturais da vida. Aprenda com isso.
Reze, minha filha. Vá à igreja, confesse à Deus, perante ao padre, todos os seus pecados. Sabia que até o que você pensa é pecaminoso? Imaginar pessoas nuas, situações constrangedoras e muito interessantes, desejos de querer matar ou esmagar o cérebro de alguém com o martelo. As ideias da igreja são totalmente compatíveis ao interesse público, incluindo o seu. Então, para que questionar? Simplesmente siga.
Você está bem gorda, não? Que tal um regime? Pare de comer depois das 18h, e só tome água a partir daí. Tome estes remédios, quem sabe ele te dão um resultado mais rápido. Por que ninguém merece ficar horas na academia suando, não é?! Caminhe todos os dias no final da tarde, não esqueça de levar o cachorro para passear junto. Tudo bem que ele defeca bastante pelas ruas, mas quem se importa?
Olha o seu quarto! Que bagunça! E esta louça? Você não sabe cozinhar, mas em compensação faz uma sujeira! Como que vai ser quando você se casar e ter filhos?! Não quer casar e ter filhos? Bobagem! Todo mundo tem este sonho, e você não pode fugir das normalidades da vida.
Leia estes livros espíritas, assista a estes vídeos de palestras, são emocionantes. Vamos à reunião espírita? Tome este chá, ele te dá umas visões bem interessantes sobre a vida. Não, não, ele não é alucinógeno, é feito da planta divina, bem distante de produtos deste gênero.
Pra que está angústia? Você tem tudo! Tudo que milhares de pessoas desejariam ter. Pra que escreves isto nesta página sem sentido? Pra que o desabafo dessa forma? Saia, saia! Não pense que deste jeito os seus problemas fugirão entre os seus dedos. Pare de escrever!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Minha Amada Imortal
Eu sempre tive fama de dorminhoca, durmo em qualquer lugar e em qualquer hora (menos nas madrugadas em casa - insônia), ainda mais em palestras, e ainda mais palestras que ficam falando que Jesus é amor, Jesus é vida e virgindade é a alma do negócio, sinceramente acho isso tudo um saco. Mas em um desses encontros, ocorrido em Campo Grande - MS, vi a palestra de um padre que eu nem me lembro mais o nome da onde ele veio e do que ele falava, só sei que este momento me chamou a atenção pelo simples fato dele ter posto uma cena deste filme... Minha Amada Imortal.
Este filme conta parte da história de Ludwin van Beethoven, ou só Beethoven. Era um compositor erudito e ainda por cima alemão - só para focar que os caras fodas e inteligentes em sua grande maioria eram e são alemães, mas não é só por isso, é também o fato que apesar de ele ser um compositor extraordinário, ele era surdo. É difícil associar essas duas coisas não contraditórias. Talvez seria a mesma coisa que um fabricante de perfume não ter olfato, ou um cantor ser mudo, ou um dentista sem as mãos (não é uma má idéia!), enfim... Mas ele tinha o seu diferencial.
Em vida, Beethoven compôs grandes óperas, sonetos e concertos em geral. Sentia a música na alma, calculava minuciosamente cada instrumento em sua cabeça, e foi capaz de compor músicas inesquecíveis e imortais. Quem aqui nunca ouviu Sinfonia nº9, que atire a primeira pedra, obrigado.
Mas a música que me deixa extasiada é o Sonata ao Luar. No filme, Beethoven (interpretado por Gary Oldman) começa a tocar esta música no piano, como não podia ouvir o que estava tocando, tentou encostar seu ouvido no instrumento para sentir as vibrações que ele dava em cada dedilhada. Esta cena é simplesmente fascinante.
Cena do filme Minha Amada Imortal (1994)
Tudo isso é para que vocês confiram este filme. Ele não merecia um Oscar e nem um Globo de Ouro como melhor filme do ano, quanto mais do século, mas assistam somente para ver esta cena... Posso garantir que é apaixonante.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A Lenda
domingo, 15 de março de 2009
Fernando Meirelles - Política Cultural
domingo, 8 de março de 2009
Leonardo Pareja
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Operação Valquíria
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Stand by me

And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me
Refrão:
So darling, darling
Stand by me, oh, stand by me
Oh stand, stand by me,
Stand by me
If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry
No I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me
Refrão
Whenever you're in trouble, won't you stand by me
Oh stand by me,
oh won't you stand now?
stand by me
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Vicky Cristina Barcelona
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
De volta ao batente
No dia 20, pensei em escrever sobre o então saudoso Barack Obama, presidente eleito dos Estados Unidos da América. Mas posso deixar um breve comentário de que finalmente poderei respirar novos ares (talvez, mais aliviados) em relação à grande potência mundial. Pelo menos, o primeiro presidente negro eleito nos EUA, me fez acreditar em "yes, we can!" e continuar colocando em prática a famosa frase dita há 46 anos - "I have a dream".
BUT! Não escrevi, pois este dia foi realmente uma bagunça. Finalmente consegui realizar então o sonho de entrar na federal (futura ciêntista social, obrigada) e não tive tempo para o grado. Enfim... Decidi deixar aqui uma dica de pesquisa.
Vasculhando o caderno de pautas que minha querida chefinha me fez, vi de primeira uma que me chamou a atenção, que é a seguinte: "Museu de Arte Ruim". O nome é bem sugestivo, mas bem interessante.
Nós, os bons apreciadores da arte (ui, modéstia), temos a missão de perceber pontos significativos em cada obra-de-arte que encontramos. Mas, sempre nos deparamos com algumas "peças" que realmente nos chamam a atenção. Não pela sua beleza de fato, e sim, o oposto disto. E pensamos: "Como uma coisa dessa pode ser arte?". Sei lá, né?! Sempre tem um louco que admira esta tal façanha. Mas, exatamente nos EUA, existe um museu especial para os fracos e oprimidos da "arte de fazer arte".
MOBA - Museum of Bad Arts é o local. http://www.museumofbadart.org/
Por que a arte imita a vida...
terça-feira, 18 de novembro de 2008
“Enquanto você sonhava”, exposição de fotografias de Rosano Mauro Jr.
A imagem de uma moça preparando-se para dormir com o seu olhar cansado e inquieto, coberta por um edredom de cores mistas e seu livro aberto ao lado; um homem ao telefone de orelhão com a barba por fazer, expressando tristeza em seus olhos e em sua aparência, compondo também a imagem decadente de um cigarro aceso, dominado pela fumaça em composições de cores frias.
As fotos mexem bastante com o contra-luz, sombras e o preto e branco, tendo como característica a sutileza do enquadramento. Pode-se perceber que as cores fortes se enquadram perfeitamente com as cores menos gritantes, dando um equilíbrio na temperatura da cor.
Através destas composições, são lançados diferentes leituras do cotidiano de pessoas com uma única coisa em comum: a busca do sonho. “Cada um sente a fotografia com uma intensidade e vibração. Cada uma conta uma história, uma possibilidade, um sonho” - comenta o fotógrafo.
O convite
A exposição foi um convite da 3ª Temporada de Exposiçãoes do Sesc Esquina, no sul do Brasil. Cada temporada conta com seis artistas visuais, sendo cinco aprovados pelo Sesc, e somente um é convidado. E o previlegiado da vez foi o fotógrafo cuiabano, que produziu as fotos especialmente para o evento em cartaz, dando um espaço aberto para que os observadores possam não somente ver e apreciar, mas sentir de diferentes maneiras as mensagens que as fotos transmitem.
Para chegar a este resultado, o autor desta “mostra de sonhos” diz ter-se inspirado em cinema, leituras, assistir televisão, músicas, e até conversas flagradas no ônibus. “Gosto de ver lugares, composições interessantes me fazem ter idéias para possíveis ensaios. Conhecer pessoas com boa fotogenia (bela ou grotesca) também é altamente inspirador.” - diz.
O fotógrafo revela ter vasculhado suas obras passadas, buscando imagens com enquadramentos e composições mais fortes, cores diferentes e mais ousadas, à caça de luzes naturais, sem nada muito “clean” - como mesmo diz Rosano, mas sempre buscando a harmonia entre as cores dispostas no espaço. “Quero criar com a minha fotografia, reações e evocar sentimentos, criando imagens sensíveis e reveladoras, num mundo inflacionado de imagens de mega pixels” - conta.
A abertura da exposição foi no dia 11 de novembro (terça-feira), e segundo o artista responsável pelo evento, o público foi muito além do esperado pelo mesmo.
O “arquivista” de sonhos
A vida profissional de Rosano começou recentemente, em 2006, com auxílio de seu amigo e também fotógrafo Vinícius Mania (do Estúdio Wayne). Começaram a fazer coberturas fotográficas de festivais musicais e também até de velórios. Mudou-se para Curitiba-PR no mesmo ano, e com uma câmera emprestada, começou a dar suas primeiras pinceladas na arte de desenhar com a luz durante as tardes curitibanas, registrando a cidade, as pessoas, as sombras, entre outros, dizendo que não há melhor opção de se conhecer a cidade: treinando o olhar.
Hoje, com a própria câmera profissional, procura buscar seu trabalho em locações externas (praças, parque de diversões, ruas), tem o auxílio da luz natural com a ajuda de rebatedores. Diz que lá em Curitiba a luz do sol é mais difundida, não batendo com tanta força como em famoso sol de Cuiabá, colaborando mais com o resultado das imagens.
Fez sua primeira exposição no ano passado no mesmo lugar, SESC da Esquina/Pr, dentro de um projeto que se chamava “Olho Mágico” onde acontecia exposições e oficinas, tendo como objetivo discutir tecnologia e linguagem fotográfica. “Eu estava com a exposição ‘Digifásico’ com o trabalho eu pretendi mostrar uma nova perspectiva da realidade cotidiana. Demonstrando momentos familiares, no entanto, a partir de olhares não usuais”, conta.
Ele diz que a exposição “Enquanto Você Sonhava” é um mote para cada fotograma, casando com o universo de cada um daqueles personagens impressos nas fotografias, propiciando a cada enquadramento uma quimera no plano mais geral, valorizando a expressão e instigando imaginação do espectador. Pretende trazer a exposição para MT o mais breve possível, contando com apoios de entidades públicas.
Caso você se interesse em saber mais sobre o olhar fotográfico de Rosano Mauro Jr., acesse: www.rosanomauro.rg3.net.
Serviço
Para quem estiver de passagem por Curitiba no Paraná, vai aí uma bela opção cultural na cidade. Exposição “Enquanto você sonhava” compondo oito fotografias do cuiabano Rosano Mauro JR. Expostas até o dia 06 de fevereiro de 2009 no 4º andar do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 CEP: 80410-001). Horários: 8h às 22h, de seg. a sexta e das 8h às 18h aos sábados. Informações: (41) 3304-2222.








quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Circo Místico
Lembro de um fato curioso na minha vida. Há alguns anos, sentava eu e meu pai em frente a um som que a gente tinha na sala. Ele colocava aqueles discos de vinil para tocar, e dizia: "Filha, escuta isso aqui. É música clássica, olha como é bom..." - movimentava as mãos com os olhos fechados como se fosse um maestro - "Olha aqui meu braço, tô até arrepiado".
Como eu tinha apenas cinco anos de idade, não entendia muito bem o que ele queria dizer com todos aqueles movimentos, mas curtia as músicas que ele me botava pra ouvir. Elas curiosamente me permitiam 'viajar' sem sair do lugar.
Lembro também que toda a semana (sem brincadeira nenhuma!) ele locava o VHS do filme "Amadeus", obra inspirada na vida de Wolfgang Amadeus Mozart, ou só Mozart. Um famoso compositor erudito que meu pai AMA de paixão. E acho que foi daí que me veio o gosto de escutar essas músicas.
Bom, esta parte da minha vida que acabei de citar, é para dizer que neste domingo fui a um concerto no Sesc Arsenal, da Orquestra do Estado de MT. Já estive em algumas apresentações deles, mas este me chamou mais a atenção.
Primeiramente, eles tocaram músicas mais calminhas de Warlock. Com o tempo, as coisas começaram a ficar mais animadas. Aqueles famosos "pom pom pom" (se é que vocês me entendem) junto com gritos, apitos e bumbos fizeram parte desta animação. Um verdadeiro espetáculo circense! Tocaram também músicas do Chico Buarque e Edu Lobo, que sinceramente, foi a parte da apresentação que mais me emocionou. Principalmente quando eles tocaram "O Circo Místico" e "Meu Namorado". E por fim, Romão Pires. Quem é que não conhece aquelas famosas marchinhas de circo. Acho que quando alguém entra em um, acaba lembrando das músicas de Pires.
Não sei bem o porquê que este espetáculo me deixou tão fascinada. Se é pelo fato de ver meu sobrinho ao meu lado todo animado, fazendo os mesmos movimentos que meu pai fazia, ou se é pela essência da música. Acho que como citei no início, me lembrei de quando era pequena. Bons momentos aqueles...
Parabéns à orquestra, e um muito obrigado :)
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Novo Flickr
Depois de tanto me estressar com o /fotosdasika, decidi fazer outro flickr. Agora todos vocês podem conferir minhas fotos aqui.
A seguir, um pouco do que rola lá:



;)
domingo, 28 de setembro de 2008
Setembro Freire fechado com show do Vanguart
Este dia: Ontem (27).
Creio que cheguei um pouco tarde, mas creio também que não perdi tantas coisas. Aconteceu o lançamento do livro "Bugrinho - Que menino é esse?" da Editora Entrelinhas de Daniela Freire, filha do homenageado. E ilustrado pelo cartunista Marcelo Velasco. O livro tem caráter infantil, mas que não impede de um bom adulto voltar a ser criança novamente, e viajar pelos traços coloridos dos desenhos apresentados e pelas palavras abertas da autora, contando a história de um menino magricelo "da cor que não desbota" conterrâneo de Marechal Rondon.
Junto com o lançamento, houve a apresentação de teatro da Companhia Teatral Mosaico, contando de uma forma bem engraçada a história da família Silva Freire e suas "aventuras". Aproveitando, quero dar meus parabéns ao meu professor Celso Gayoso, que participou da apresentação. Nunca o vi tão expressivo e alegre (rs).
Muitas pessoas estavam presentes pelo Sesc Arsenal. Mas creio que muitas destas pessoas não tinham nem conhecimento da importância do evento em si, pois creio que muitas estavam lá somente para conferir o show, que com certeza, era o mais esperado do mês an cidade: A banda Vanguart.
Eu, como fã incondicional dos meninos, mas também como uma crítica caloura, digo que o show foi o mais belo entre todos os shows que já participei. Sinceridade pura! Tudo bem que o som estava um pouco alto demais, mas isso não impediu que tudo aquilo se tornasse um grande encontro de diferentes formas expressivas da cultura regional da nossa quente terrinha. Alguns versos foram recitados de forma interpretativa pelos musicos ao som do violinista que infelizmente não lembro o nome (sorry!). Muitas músicas estavam incluídas no repertório da banda, dentre elas, músicas antigas, que eu já nem lembrava mais, e novas músicas também, que mostraram ainda mais o amadurecimento da banda durante estes quatro anos de carreira. Algumas foram tocadas com a participação do ex-baixista da banda, uma ótima oportunidade para um 'reencontro'.
Sim, o Setembro Freire foi fechado com chave de ouro sem dúvidas! Todos os envolvidos estão de parabéns. E com certeza o senhor Benedito Santa'na da Silva Freire esteve presente entre todos, feliz com esta emocionante realização. Mas não mais feliz que todos que tem conhecimento de suas andanças e de suas conquistas, e se orgulham de tê-lo em nosso meio como um grande conterrâneo que foi.
Obs: Desta vez não tirei fotos do evento. VACILO - LO -LO - LO...
sábado, 20 de setembro de 2008
Fotos do Jambolada 2008
Obs: Não postei mais porque o limite de fotos postadas no flickr estourou... Preciso arranjar grana para mudar esta realidade ¬¬
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Festival Jambolada 2008 - 3º dia (último)
Digamos que os sons tocados foram mais 'lights', com boa quantidade de sambinha de raiz, uma colher de rockabilly, hip hop à gosto e uma pitada de indie. Estes seriam os tais ingredientes para formar o último dia do Festival Jambolada 2008.
As bandas foram: Ophelia and the Tree (MG), Filomedusa (AC), Renegado (MG), Aline Calixto e Eterna Chama (MG) e Marku Ribas (MG).
Vou destacar apenas duas bandas, das quais eu gostei mais de ver, no dia. Sorry!
Apesar de ter muito cover, as bandas não deixaram passar. Posso destacar Aline Calixto e Eterna Chama, que apresentou um vocal forte e feminino, tocando os grandes sucessos do samba, como por exemplo: Paulinho da Portela, o que não deixou ninguém sem levantar as mãos e dar seus passinhos improvisados, até ser pedido 'bis', mesmo estourando o tempo da banda.
A banda acreana Filomedusa também surpreendeu. Os quatro integrantes souberam levar muito bem a galera com a sua música indie acrescentado de raízes amazonenses. Também, há de se concordar, com a voz maravilhosa de Carol Freitas, com o solo 'terapêutico' de Saulinho, nas batidas nervosas de Thiago Melo e no baixo eletrizante de Daniel Zen.
Obrigada a todo pessoal da organização do evento. Tudo foi muito lindo! Parabéns à todos.