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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Amanhã vai ser outro dia...


Vou tentar não ser tão piegas neste post, mas é que eu achei interessante deixar registrado isso tudo que está acontecendo em algum lugar. E nada mais natural que no meu blog. Quanto à viagem ao Rio de Janeiro, vai ficar para uma próxima oportunidade, pois foi um tanto “decepcionante” para uma “cidade maravilhosa”.

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Enfim, jornalista. Agora sim posso selecionar "superior completo" nas fichas de preenchimento em geral. O que eu sinto com isso? Bom, minha vida mudou muito de um ano pra cá. Tanto que eu mal esperava que a rotina fosse esta: parada e sem muitas atividades como de costume. Mas tudo bem, não me queixo de jeito maneira. Novos planos estão por vir.

Estou aqui para contar um pouco sobre como é estar neste estágio da vida (pelo menos no meu ponto de vista). Ontem foi o meu baile de formatura no qual eu dividi com as minhas colegas de sala Amanda Chamorro, Camila Cecílio, Luana Silveira e Thalita Bruno, que como eu, são as novas "jornalistas do pedaço". Então, já devem ter uma ideia de como estou agora: “feliz por demais”.

Apesar de todo o sentimento de alívio, algo como "Até que enfim estou livre dessa!", me veio uma certa saudade de comprar cadernos, livros e canetas novas para um novo início de ano letivo. Tomara que isto logo passe. Rs.

Mas falando em coisas certas, nestes quatro anos acredito que formei uma personalidade mais forte e mais centrada. Apesar de todos os desmoronamentos, brigas e todos os adjetivos possíveis para a palavra "sofrimento" terem ocorrido neste meio tempo, acho que tudo compartilhou para que fosse possível criar algo grandioso dentro, não só de mim, mas, de cada um que concluiu esta faculdade junto comigo.

Sinceramente, neste momento, não sei se exercerei a carreira de comunicóloga. Dúvidas e crises ainda percorrem minha cabeça, e o ânimo, acreditem, não está lá dos melhores. Por estes e outros motivos que estou buscando outras alternativas, opções que mudam um pouco o meu planejamento de vida de quatro anos atrás. Não dou mais detalhes, pois ainda estou trabalhando nisso. Então, só peço sorte e determinação nesta nova jornada.

Estou feliz pela minha vitória, muito mesmo. Às vezes penso que poderia fazer diferente em alguns momentos que se passaram, mas acredito que nada teria o mesmo encanto, a mesma essência...

Eu só quero agradecer a cada um dos professores e colegas que passaram pela minha vida nestes quatro anos. Acho que o essencial é tudo para a formação de grandes profissionais e amigos. E lembrando que a conclusão de um curso não é o final, mas sim o começo de muitas etapas que vêm pela frente.


"Assim eu juro!"

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Interessante

Será que o mundo é tão pequeno quanto imaginamos? Bom, existem fronteiras, estradas - destas, algumas de "chão", outras asfaltadas, outras até alternativas - cercas, rios, mares, ares... enfim, uma infinidade de coisas que nos fazem distanciar daquilo que almejamos, que está geograficamente inalcançável.

Geralmente nestes fins de noites inusitados, começo a visitar blogs de mochileiros, estudantes em trânsitos, ou até aposentados "feitos" na vida que vivem viajando pelo mundo, e registrando suas aventuras e desventuras nesta pequena página. Daí pego e penso: "que vidinha limitada essa a minha".

Nunca viajei internacionalmente. Acho que o mais longe que fui foi para o Nordeste (alias, que viagem...). Conheci muitos estrangeiros por lá, fiz amigos. Até arranjei um amor de verão, que foi pra lá de intenso, mas que não passou de algo momentâneo cheio de calor e sentimento.

Penso mais ainda: Será que sou menos interessante por isso? Confesso que estou em conflito com isso, vendo tanta gente conhecendo diferentes lugares, tanta coisa inesquecível, talvez vivendo coisas que jamais ninguém vai viver parecido, e assim vai. E o meu máximo nestes últimos dias foi conhecer lugares bons com pessoas más perto de mim, mas tudo bem. Valeu a paisagem.

Estou com a oportunidade de realizar o meu sonho no próximo ano: fazer esta tal viagem internacional, e talvez, não achar que minha vida seja tão limitada assim. Mas durante este meio tempo, coisas aconteceram, uma delas me prende aqui mais um tempo. Besteira a minha (ou não), mas preciso focar nos antigos sonhos, pois eles me dão mais segurança e perspectiva.

Quem dera se não houvesse todos estes obstáculos que o homem criou para conhecer diferentes "mundos", com pessoas tão parecidas e diferentes ao mesmo tempo.

Enquanto isso, fico aqui esperando o que a vida tem a me oferecer a mais. Enquanto isso, fico aqui fechando os olhos e marcando presença nos lugares que eu jamais estarei na vida. Enquanto isso, enquanto isso... vou vivendo as minhas "pequenas coisas importantes" tentando ser feliz, triste e frustrada o quanto posso.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Primeiros passos, e olho pra cima. O prédio é alto, feito com tijolos e cheio de janelinhas. Observo algumas pessoas na frente. Devem estar falando das férias, do saco de ser segunda-feira, ou daquela menina ou menino que acabou de observar. Entro pela porta grande de madeira, empurrada pelo porteiro que nem ao menos sei o nome, que simplesmente dou "Boa Tarde" todos os dias que o vejo. Ao entrar no local, sinto uma certa angústia, solidão e medo de encarar as coisas novas. Descobri que estas coisas novas não me agradam tanto, mas confeço que suplico por elas. Vou seguindo a rampa que está no lugar das escadas, o que torna a subida mais cansativa. Entro na modesta biblioteca com portas de vidros e observo muitas pessoas conversando nas mesas. Perai! Isso é uma biblioteca! Existem vários cartazes pedindo silêncio. Mas isso não importava pra ninguém na hora. Sento em uma dessas mesas, sozinha. Abro minha bolsa nova que comprei pela manhã, e sinto aquele cheio de tecido novo. Abro o meu estojo, e encontro os mesmos lápis e canetas do semestre que passou. Nessa hora, dei um sorriso, e comecei a sentir um Dèja Vu na minha cabeça... Realmente aquilo já tinha acontecido várias vezes, mas não me lembro específicamente como. De repente, um barulho, era o sinal, parecido com um carro de bombeiro, só que numa velocidade bem mais rápida. A tensão. Senti como se eu nunca tivesse pisado naquele lugar, como se aquilo tudo fosse novo para mim. Oras, Simone, você já tem 21 anos! Vamos! O seu papel aqui é se comunicar, até que alguém prove ao contrário. Tudo bem, tudo bem. Me levanto calmamente, e sigo pela porta de vidro que havia entrado a pouco tempo. Pensa, pensa, qual era a sala mesmo que a mulher do telefone falou? Ah, sala 07. Esta, ao lado da sala dos professores. Hm... as carteiras são novas. Não têm mais estofado azul, agora é o vermelho. Se bem que os azuis deixam o ambiente mais amêno na sala. Mas o vermelho está bom. Sento na sétima cadeira que olho. Acho que aqui está bom, é um lugar mais centralizado, dá para conversar com várias pessoas da sala, me enturmar. Preciso estar atenta aos nerds, estes sim são precisos em lugares mais próximos. Começam a entrar os alunos. São todos bem mais novos que eu, acho que uns seis, sete ou mais anos. Alguns aparentam ser mais velhos, outros mais novos. Há um japonês logo ali. Hm... confio em orientais do sexo masculino. Por que as do sexo feminino não são tão espertas assim, e eu sou prova viva disso. Ah, conheço uma aluna aqui. Que bom, assim não fico tão acanhada. Entra a professora. Ela é ruiva, loira, não me lembro bem. Ah, não é estrangeira. Ainda bem. Sempre me perco com o sotaque destes professores importados. A aula corre muito bem. Apredi formas e verbos novos. Alguns são meio complicados, difícieis de entender, que eu tenho certeza que eu nunca vou usar. Toca novamente aquele sinal escandaloso. Saio da sala com uma sensação estranha novamente. Eu já tinha visto isso tudo, e sentido a mesma coisa. Entro no carro, conecto a chave, paro e penso. Sim, entendo este dia. Este é mais um dia pra minha vida inteira.

02/02/1993 - Primeiro dia da minha vida inteira.

domingo, 26 de julho de 2009

A Decadência

Isso vai ter importância daqui há 100 anos? Acho que não. Ainda mais você que pensa aos montes em um mundo melhor. Você não passa de uma pessoa sonhadora que pensa em revolucionar o convencional com seus estilos alternativos. Não creia que um dia sua vida vai ser plena e feliz desta forma.

Conheça as pessoas, cumprimente-as, seja gentil com todas, talvez isso possa lhe ajudar mais pra frente em algo empreendedor. Não é ser interesseiro, mas sim, algo necessário. Pare com essa de não fazer questão das pessoas, nem tudo você pode decidir em seu comportamento. São coisas naturais da vida. Aprenda com isso.

Reze, minha filha. Vá à igreja, confesse à Deus, perante ao padre, todos os seus pecados. Sabia que até o que você pensa é pecaminoso? Imaginar pessoas nuas, situações constrangedoras e muito interessantes, desejos de querer matar ou esmagar o cérebro de alguém com o martelo. As ideias da igreja são totalmente compatíveis ao interesse público, incluindo o seu. Então, para que questionar? Simplesmente siga.

Você está bem gorda, não? Que tal um regime? Pare de comer depois das 18h, e só tome água a partir daí. Tome estes remédios, quem sabe ele te dão um resultado mais rápido. Por que ninguém merece ficar horas na academia suando, não é?! Caminhe todos os dias no final da tarde, não esqueça de levar o cachorro para passear junto. Tudo bem que ele defeca bastante pelas ruas, mas quem se importa?
Que músicas são estas? Que gosto esquisito seu, gostar de músicas que ninguém conhece. Ouça as dez mais nas paradas musicais, isso sim que é arte, e não estes montes de berros e sons psicodélicos no meio. Não insista em ser diferente. Por isso que você não se sente bem na maioria dos lugares da cidade ou de qualquer outro plano.
Olha esta novela. As atrizes são lindas e se vestem bem, diferente de você, que sente dificuldades em achar algo que lhe agrade. Tome estas bijouterias, você atravessa na cabeça assim, sai pela orelha e gruda no nariz. É meio complicado de colocar, mas está na moda, isto que importa.

Olha o seu quarto! Que bagunça! E esta louça? Você não sabe cozinhar, mas em compensação faz uma sujeira! Como que vai ser quando você se casar e ter filhos?! Não quer casar e ter filhos? Bobagem! Todo mundo tem este sonho, e você não pode fugir das normalidades da vida.

Leia estes livros espíritas, assista a estes vídeos de palestras, são emocionantes. Vamos à reunião espírita? Tome este chá, ele te dá umas visões bem interessantes sobre a vida. Não, não, ele não é alucinógeno, é feito da planta divina, bem distante de produtos deste gênero.

Pra que está angústia? Você tem tudo! Tudo que milhares de pessoas desejariam ter. Pra que escreves isto nesta página sem sentido? Pra que o desabafo dessa forma? Saia, saia! Não pense que deste jeito os seus problemas fugirão entre os seus dedos. Pare de escrever!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Minha Amada Imortal


O ano era 2004. Como passei praticamente a minha vida inteira estudando em colégios de padre, tive um contato mais profundo com a igreja católica (juro!), e nisso, participava sempre de encontros religiosos promovidos pela igreja do meu colégio.

Eu sempre tive fama de dorminhoca, durmo em qualquer lugar e em qualquer hora (menos nas madrugadas em casa - insônia), ainda mais em palestras, e ainda mais palestras que ficam falando que Jesus é amor, Jesus é vida e virgindade é a alma do negócio, sinceramente acho isso tudo um saco. Mas em um desses encontros, ocorrido em Campo Grande - MS, vi a palestra de um padre que eu nem me lembro mais o nome da onde ele veio e do que ele falava, só sei que este momento me chamou a atenção pelo simples fato dele ter posto uma cena deste filme... Minha Amada Imortal.

Este filme conta parte da história de Ludwin van Beethoven, ou só Beethoven. Era um compositor erudito e ainda por cima alemão - só para focar que os caras fodas e inteligentes em sua grande maioria eram e são alemães, mas não é só por isso, é também o fato que apesar de ele ser um compositor extraordinário, ele era surdo. É difícil associar essas duas coisas não contraditórias. Talvez seria a mesma coisa que um fabricante de perfume não ter olfato, ou um cantor ser mudo, ou um dentista sem as mãos (não é uma má idéia!), enfim... Mas ele tinha o seu diferencial.

Em vida, Beethoven compôs grandes óperas, sonetos e concertos em geral. Sentia a música na alma, calculava minuciosamente cada instrumento em sua cabeça, e foi capaz de compor músicas inesquecíveis e imortais. Quem aqui nunca ouviu Sinfonia nº9, que atire a primeira pedra, obrigado.

Mas a música que me deixa extasiada é o Sonata ao Luar. No filme, Beethoven (interpretado por Gary Oldman) começa a tocar esta música no piano, como não podia ouvir o que estava tocando, tentou encostar seu ouvido no instrumento para sentir as vibrações que ele dava em cada dedilhada. Esta cena é simplesmente fascinante.

Cena do filme Minha Amada Imortal (1994)


Tudo isso é para que vocês confiram este filme. Ele não merecia um Oscar e nem um Globo de Ouro como melhor filme do ano, quanto mais do século, mas assistam somente para ver esta cena... Posso garantir que é apaixonante.

domingo, 28 de setembro de 2008

Setembro Freire fechado com show do Vanguart

O dia estava digno de ser cuiabano - quente pra caramba! Mas isso não impediu que os bons ares que apóiam este grande evento impedissem de ele continuar sendo encantador como os pensamentos de Silva Freire.

Este dia: Ontem (27).

Creio que cheguei um pouco tarde, mas creio também que não perdi tantas coisas. Aconteceu o lançamento do livro "Bugrinho - Que menino é esse?" da Editora Entrelinhas de Daniela Freire, filha do homenageado. E ilustrado pelo cartunista Marcelo Velasco. O livro tem caráter infantil, mas que não impede de um bom adulto voltar a ser criança novamente, e viajar pelos traços coloridos dos desenhos apresentados e pelas palavras abertas da autora, contando a história de um menino magricelo "da cor que não desbota" conterrâneo de Marechal Rondon.

Junto com o lançamento, houve a apresentação de teatro da Companhia Teatral Mosaico, contando de uma forma bem engraçada a história da família Silva Freire e suas "aventuras". Aproveitando, quero dar meus parabéns ao meu professor Celso Gayoso, que participou da apresentação. Nunca o vi tão expressivo e alegre (rs).

Muitas pessoas estavam presentes pelo Sesc Arsenal. Mas creio que muitas destas pessoas não tinham nem conhecimento da importância do evento em si, pois creio que muitas estavam lá somente para conferir o show, que com certeza, era o mais esperado do mês an cidade: A banda Vanguart.

Eu, como fã incondicional dos meninos, mas também como uma crítica caloura, digo que o show foi o mais belo entre todos os shows que já participei. Sinceridade pura! Tudo bem que o som estava um pouco alto demais, mas isso não impediu que tudo aquilo se tornasse um grande encontro de diferentes formas expressivas da cultura regional da nossa quente terrinha. Alguns versos foram recitados de forma interpretativa pelos musicos ao som do violinista que infelizmente não lembro o nome (sorry!). Muitas músicas estavam incluídas no repertório da banda, dentre elas, músicas antigas, que eu já nem lembrava mais, e novas músicas também, que mostraram ainda mais o amadurecimento da banda durante estes quatro anos de carreira. Algumas foram tocadas com a participação do ex-baixista da banda, uma ótima oportunidade para um 'reencontro'.

Sim, o Setembro Freire foi fechado com chave de ouro sem dúvidas! Todos os envolvidos estão de parabéns. E com certeza o senhor Benedito Santa'na da Silva Freire esteve presente entre todos, feliz com esta emocionante realização. Mas não mais feliz que todos que tem conhecimento de suas andanças e de suas conquistas, e se orgulham de tê-lo em nosso meio como um grande conterrâneo que foi.

Obs: Desta vez não tirei fotos do evento. VACILO - LO -LO - LO...

domingo, 14 de setembro de 2008

Festival Jambolada 2008 - 2º Dia

"Loucura, loucura, loucura minha gente!" - acho que definiria o dia com as palavras do famoso narigudo.

Noite de sábado mais agitado, com batidas e sons diversificados e com muita energia mineira no espaço Acrópole. Pude conferir de perto e sem “imprevistos” toda a movimentação desta 4ª edição do festival de música independente Jambolada.
As bandas da noite estavam em um ritmo totalmente diferente das do 1º dia. Poderia se dizer que satisfazia os ouvidos de um emo até um metaleiro de pedra, ou poderia ser mais exata: de Mallu Magalhães à Ratos de Porão. Isso, galera! Não estou mentindo. A princesinha do folk dividindo o palco com os verdadeiros “monstros” do metal brasileiro. Chega ser engraçado imaginar muito isso. RS

Destaquei algumas bandas que me chamaram a atenção e fiz algumas observações:

Galinha Preta: De cara, a banda faz bem jus ao nome. A loucura dos caras em transmitir sua mensagem ao publico chegava ao 12. Nada do que a gente está acostumado a ouvir do som de DF – estado da banda. O vocalista chegava a dizer que estaria lá para chocar, sem agradar ninguém. De certa forma, ele cumpriu o que disse, mas agradou parte do público presente.

Krow: Metal sujo, é o que tenho pra dizer. Acho que vocês ao lerem isso, já pensam naquele “uooooh” com tom grave. Pois bem, é isso mesmo. Os caras souberam deixar o pessoal de pernas pro ar (literalmente). Posso dizer que os metaleiros ficaram mais animados só no show do Ratos – o que é óbvio.

Juanna Barbera: Uma pena, mas perdi boa parte do show – estava na feirinha ‘testando’ os produtos. Mas ainda consegui pegar a última música, o que não adiantou muita coisa para eu escrever com as minhas palavras o que rolou. Então, comecei a perguntar para a galera: “Show profissa!” – era o que simplesmente se ouvia. E posso crer. Pois, o primeiro show que vi (fevereiro de 2008) os caras surpreenderam com a suas letras poéticas em tons livres.

Dissidente!: Uma banda que não conhecia, mas que me chamou bem a atenção. O público cantava fortemente boa parte das músicas com os caras. Até as ‘groupies’ de plantão não economizaram seus gogós para apreciar o trabalho dos garotos. Senti uma mistura de sons, com mais pegada de blues, mas sem a voz rouca. Letras que refletem sobre os problemas sociais que estamos cansados de discutir, mas que é sempre bom relembrar.

Enne: Os emos que iriam curtir bem essa banda. Som tão romantiquinho que dá vontade de apertar as bochechas. Mas de certa forma os meninos procuraram misturar um pouco o ritmo da apresentação. Até tocaram a música do Foo FightersAll my life”. Sim, merecem respeito por minha parte.

Mallu Magalhães: Os 15 minutos da “princesinha do folk” estão sendo muito bem aproveitados. Os fãs histéricos tiravam totalmente a proposta do show: a de ser calmo e ‘bonitinho’. A voz da Mallu é algo para se discutir. Aquela coisa gostosinha de se escutar em horas apropriadas, pois as mesmas podem provocar certas sonolências do ouvinte. Mas vai, o show foi fofinho. :)

Diego de Moraes e o Sindicato: Uma das bandas mais esperadas por mim na noite. Mas que com certeza, muitas pessoas presentes esperavam mais. A intenção foi muito boa em colocar as “Antigas músicas novas” no repertório, como: "Todo Dia" e "Música Estranha pra Pessoas Esquisitas", mas esta primeira, apesar de ser muito boa, fez o povo dar uma encostada na grade com as mãos no queixo para ficar olhando o Diego sozinho no palco. Um ponto a se observar é que eles também pecaram em tirar músicas que eram fundamentais, como "Deus Seja Louvado" e "Construção", ou então acrescentar "Desculpe-me mas vou cantar em português", que ao meu ver, seria uma ótima música para acompanhar o ritmo das outras. É muito triste uma fã de carterinha falar isso, mas é.
Porcas Borboletas: Fazer o show em casa é outra coisa. Público mais agitado, conhecendo fielmente as novas músicas e integrantes mais animados. Os Porcas não decepcionaram. Mesmo que o público ainda esteja se adaptando com as novas músicas, o show foi bom demais!

Madame Sattan: Pode pensar no “uoooh” mais feminino ai, por que foi assim que se escutou do Madame Sattan. Já com algum tempo de carreira, o grupo mostrou mais uma vez que estão para ficar, e mostrar o que fazem de bom. Pará não tem só loira envolvida com Calypso não, minha gente!

Ratos de Porão: Apesar do estrelismo do baterista em não querer que a imprensa fique muito perto para tirar fotos, pois isso “perderia a concentração” do mesmo, o show foi bem redondo. Também, com quase 30 anos de carreira, era o que se poderia esperar. O fãs ficaram doidos, fazendo seus moshs e seus jumps corriqueiros. Empolgante, sim.
Para conferir parte das fotos (o flickr me boicotou), acesse: www.flickr.com/photos/fotosdasika

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Big Sister

Sem textos bonitos que tocam o coração. Vamos ser mais céticos daqui em diante (ou sempre). Evito discutir coisas políticas ou sensacionalistas aqui, mas faço questão de comprar uma “briga” para se discutir pessoalmente. Acho que este é o melhor modo de expor suas idéias: trocando informações.

Mas, abriremos uma exceção hoje, pois estou de SACO CHEIO da Isabella.

Tudo começou neste fim de semana, quando meus amigos e eu (lembrei do Chaves... Então!) estávamos andando insanamente pelas ruas noturnas de Cuiabá, depois de algumas cervejas baratas e vinhos quentes. Começamos a filosofar com copos e garrafas alcoólicas na mão, e até que chegou o assunto da vez: Caso Isabella.
Sinceramente, já estou cheia deste assunto MESMO. Não me venha com o papo de “nossa, que menina fria”, mas não só acho, como tenho certeza, que a própria mídia me fez cansar deste assunto. A pobre menina deve estar se remexendo em seu cachãozinho, por não deixarem a sua “morte” em paz.

Mas enfim, depois de tanto discutir, meu amigo Yuri me solta uma:

“Me joga da janela, me chama de Isabella”

Estranhamente (?) achei aquilo hilário! Como é bom achar graça do que não pode. Rir da desgraça dos outros, pra ser mais exata.
Mas tudo isso me fez pensar no quanto ficamos céticos em relação a famosa menina de cinco anos que morreu asfixiada e depois jogada do 6º andar.

Enfim, chegamos ao ponto onde queria: O BIG SISTER ISABELLA!

O “bafafá” chegou à minha sala. E uma vaga lembrança me veio em mente: Todo o início de ano pode estar morrendo crianças jogadas do prédio todos os dias, mas o que as pessoas mais comentam é sobre o tal do BIG BROTHER, inclusive na minha sala. A única diferença nisso tudo é que o caso Isabella não tem dias da semana marcados para a “eliminação”, “paredão” ou coisa do tipo.
Em meio a comentários clichês do pessoal e da minha irritação - pois não estava conseguindo resolver um exercício chato de uma professora chata – comecei a pensar sobre o assunto, e defini papéis para cada personagem. O caso é sensacionalista do mesmo modo, só não tem bombadões de sunga branca e siliconadas com mini-saias, desfilando ao redor da piscina, para garantir um site paparazzo pelo menos.

Os papéis são estes:

A Isabella faz papel do “Anjo” que os “malvadões” e interesseiros – no caso, o pai e a madrasta – fazem de tudo para ser “abençoados” e receber a “imunidade” de não ir pra cadeia ou o paredão da vida real.
O líder é a mãe Ana Carolina de Oliveira, o que para as principais manchetes de hoje, um comentário dela pode ser fatal.
E quem faz o papel do “Bial” é o juiz. Que com o clamor do público, anunciou aos malvadões sua permanência no paredão do chilindró.

Agora, me respondam: Quem irá ganhar o milhão?

Com certeza alguém que vemos, escutamos e lemos todos os dias, e que de certa maneira direta, nos faz acreditar em tudo que ela lança: A mídia.

E viva o sensacional!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Loucos sobrevivem?


Eis a questão. Há vontades que superam o estado normal do cotidiano, o que chamamos vulgarmente de "loucuras".
Vontades insanas de sair da rotina, vontades que querendo ou não te fazem pensar. Como, sair correndo pelas ruas em dia de chuva, sorrir por apenas sentir aqueles pingos gelados escorrerem pelo seu corpo, atravessando sua roupa até sentir o molhado de cada um deles. Pegar um dia para ir ao seu quarto arrumar todas as suas gavetas bagunçadas e encontrar vários objetos que marcaram a sua vida: fotos de pessoas queridas, cartinhas de amor, embalagem de alguma coisa que fez parte de uma situação boa e engraçada (ou não), desenhos coloridos, entre outras coisas que te fazem abrir um sorriso, ou até escorrer uma lágrima dos olhos ao lembrar daquilo que já passou e que fez tão bem. Ir a um estúdio fazer uma tatuagem em homenagem a banda dos sonhos, colocar um pircing onde seus pais mais reprovam. Fazer brigadeiros em um dia desgastante, comer a todos, sentindo o gosto saboroso de cada um deles, que só de lembrar já dá aquela água na boca. Abraçar bem apertado alguém, mesmo que este alguém nunca mais apareça na sua vida. Sorrir para aquela pessoa que admira. Gritar, dizer coisas de amor em alto tom, abrir os braços e soltar tudo o que está preso dentro de você, mal se importado com quem escutar. Dizer "eu te amo" para desconhecidos. Perdoar erros imperdoáveis, de coração. Perguntar como anda aquela pessoa que lhe foi especial em algum momento, mesmo sabendo que nunca mais terá ao seu lado do mesmo jeito novamente. Tirar fotos fazendo caretas e rir das mesmas depois de prontas. Rir do seu próprio mico, e contar para as pessoas suas gafes.
E a mais insana das loucuras, que apesar de tudo, é a mais gostosa: Amar, mesmo sem ser amado.

Não, meus amigos, os loucos não sobrevivem. Eles simplesmente vivem.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Segredo amigo.


Ninguém precisa saber o que se passa realmente dentro de você. Pensar nisso me alivia, mas ao mesmo tempo me encomoda. É péssimo encarar o fato de que você precisa de alguém para dividir seus pensamentos, anseios e até sentimentos, sentimentos estes que me são tão particulares. Pior ainda, é saber que você não pode contar muito com a audição alheia, elas escutam ao invés de ouvir sua maneira de dizer ou expressar. No que resulta em uma grande decepção, que poderia ser evitada com a cautela.

A culpa é do invisível, que não nos deixa rastros de suas intenções, fazendo com que nossa psique não entenda (ou não queira entender) o porquê do ocorrido - Prefiro acreditar nisso...

Saudades do então inexistente...

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Rotina


Existem dois tipos de rotina, nomeadas e observadas por mim. As rotinas naturais, aquelas que não vão mudar nunca, mesmo que você tente mudar mas sempre vai sair a mesma coisa de um jeito ou de outro. E existe a rotina variada, as que mudam com uma certa freqüência, elas são legais, pois não são a mesma coisa.


Por exemplo, minha manhã é uma rotina natural a muito tempo. Vou fazer uma breve descrição de como ela é:

- Acordo com os sempre "mais cinco minutinhos" acompanhados. Me arrasto até a porta do quarto, pego minha toalha pendurada atrás da porta e minha escova de dente de dente na minha caneca em cima da cômoda. Ando pelo corredor de quartos, entro no banheiro, acendo a luz, me olho do espelho e penso - "Caralho, que cara horrível... Imagina eu andando pelas ruas assim? E esse bafo meu Deus do céu? Ai, que preguiça...".
Coloco a toalha em cima da pia, juntamente com a escova de dente. Tiro meu pijama, e sento no vaso sanitário, e penso: "Tava tão quentinho de baixo do cobertor... O que vai ter hoje? Hmm... É verdade, tenho que sair de casa mesmo. - Encosto na tampa do vaso, simulo que estou deitando na cama. - Ai, que preguiça...". Em meio a estes pensamentos insanos, já emendo um xixi ou um coco diário.
Finalmente, levanto do vaso, abro o boxe arrastadamente, entro, fecho o boxe no mesmo ritmo. Ligo o chuveiro, me afasto da água, faço uma concha com a mão de baixo dos pingos para ver sua temperatura. Entro de baixo do chuveiro e começo o "ritual do banho" - me esfrego, pego o sabonete com a bucha e passo em todas partes do corpo, pego o shampoo e o condicionador e lavo bem meus cabelos, etc. -. No meio de tudo isso, penso: "A água tá tão quentinha... Queria ter uma banheira bem grande, do tamanho da banheira que eu vi na novela Rei do Gado. Se bem que ela é de motel... Mas há! Seria legal ter uma banheira com água bem quentinha pra tomar banho. Sem contar que seria mais higiênico. Mas eu poderia dormir e perder o horário... Ai, que preguiça.".
Depois de tudo terminado, abro o boxe, me sacudo para tirar um pouco do excesso de água do corpo, pego a toalha na pia (a distância é mínima), me enxugo toda. Dou descarga no vaso, só para me certificar que esta tudo certo la dentro. Pego a escova de dente, molho-a, abro o espelho que guarda as coisas de banheiro, pego a pasta de dente, passo na escova, e começa o "ritual bucal". Pego a escova cheia de pasta... Ah! Não preciso descrever, né?! Essa parte é normal, juro!
Bom, depois deste ritual, olho os meus dentes metálicos, e penso: "Droga! Odeio esse aparelho. Não vejo a hora de tirar. Eu seria uma pessoa mais feliz, com certeza. Não teria tanto trabalho pra limpar estes dentes mais. Ai, que preguiça...".
Saio do banheiro, caminho pelo mesmo corredor de antes, entro no meu quarto, fecho a porta, ligo o som no volume 3 (geralmente coloco algum clássico, sinfonia e seus afins. Nada como uma manhã ao som disso bem baixinho). Escolho minha roupa, visto, passo um pózinho na cara, pego escova e secador e dou aquela esticada na franja. Calço meu sapato e vou direto para a cozinha tomar uma xícara de café acompanhada com algum pão com coisas dentro. De vez em quando, arrisco nas frutas, mas são poucas às vezes.

E finalmente vou para algum destino.

Este destino depende da época, isso varia. Ai é que entra a rotina variada, mas isto já é uma outra história.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

"Pêlos" Poderes

Sente-se triste? Acha que é a pessoa mais infeliz do mundo por ter uns quilinhos a mais e não consegue perde-los? É desajeitada, leva tropeções por onde passa e nada que você toca fica em pé? Fica perdida em assuntos do tipo "Aquecimento Global"? Não chama a atenção do garoto dos seus sonhos, e se chamou foi por causa da sua última gafe? Deus te disse: "Desce, e se fode aí", e cá está você, seguindo a ordem divina?
Tantos problemas e não encontrou soluções para eles, QUERIDINHA?!


Simples! Apare as sobrancelhas.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Ser ou Não Ser?


O que somos? Pessoas ou gente? Ou melhor... Vamos aperfeiçoar o papo. Somos pessoas, gente ou MÁQUINAS?
Como as coisas andam, não é difícil de se arriscar a prever o futuro...

Seremos monitorados através de chips automáticos via satélite, injetados diretamente ao nosso corpo ao nascermos. Nos tornaremos verdadeiras máquinas humanas, manipuladas pelos "grandes senhores" - essa gente que brinca de Deus por profissão e lazer.
Um monte de gente andando, falando e agindo da m
esma maneira. Um monte.
Gente que não responderá por eles mesmos, pois fazem, mesmo que involuntáriamente, o que os grandes "senhores" mandar. Jamais precisará formar argumentos, opniões, etc., pois, as mesmas já estão formadas sem precisar do esforço em pesquisa. Tudo ficará mais cômodo e receberemos as informações mais simples e inteiramente grátis! Caso uma pessoa ousar a ir contra as regras monitoradas, a mesma será cassada e julgada por toda gente da moderna "sociedade máquina" enquanto "durar o estoque".

Que futuro tenebroso... Esse negócio de chip, "senhor", enfim, toda essa modernidade que nos espera, me assusta de verdade. Como que é viver uma vida desse jeito? Sem opiniões próprias? Ainda bem que esta realidade está bem longe da minha...


Ligados à nossa outra face. - Vingue-se por todos nós, Hamlet!

Eis a questão.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Cogito, ergo sum


O que torna as pessoas mais insensíveis? Sem paciência, sem mais saco para aturar certos tipos de situações. As vezes me encontro agressiva e arrogante, até comigo mesma. Chego a pensar que nada mais tem sentido e valor para eu ter o trabalho de ser sentimental demais. É... Sempre há uma crise de identidade no meio disso. Acho que essa minha ideia de ser uma grande jornalista séria e de sucesso está acabando com a minha pessoa...
Vivência e informações demais, cansa. Daí vem essa vontade insana de escrever o que vem em mente. Julgo que não há terapia melhor para curar certas frustrações.
Mas, ora bolas! Pra que tanto se preocupar, se nada na vida é real? Se estamos em meio a era virtual, onde podemos ser o que não somos e expressar o que não sentimos? E se for real, daqui a cem anos nada disso terá mais importância.

Tomara... Pois, penso, mas não existo. Somente penso, e digito.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Aposentadoria

Estava pensando alguns dias atrás... Por que recebemos aposentadoria no final de nossas vidas? A ideia de ganhar um dinheiro sem fazer nada todo mês, acho que agrada todo mundo, ?!

Mas não digo da mísera aposentadoria que grande parte da nossa população idosa ganha a cada trinta dias depois de uma gigantesca e sofrida fila de gente fedida no INSS, aquele famoso "salário mínimo", que não paga nem a comida do cara direito, quem dirá uma dentadura boa pro camarada poder mastiga-la. Falo daqueles modestos "milzinhos" depositados fielmente no dia certo em nossa conta bancária. Os olhinhos da "criança" chegam a brilhar no fim do mês.


Seria tão bom se nós, jovens, recebêssemos essa tal aposentadoria. Aposto que aproveitaríamos muito mais o dinheiro do que quando anciãos. Pensem comigo: Do que adianta o cara trabalhar a vida toda, se fuder demais esperando pra que chegue logo essa merda de 65 anos e finalmente se aposentar, sendo que aquela disposição de gastar a grana, de se divertir, de festar, enfim, já não é mais a mesma do que a 40 anos atrás? Do que adianta? Me fale, cidadão!

Ficar gastando toda grana com remédio, plano de saúde, reformas na casa para que eu possa me locomover melhor e de quebra, um bando de urubu me rondando, esperando para que eu bata logo de vez as botas pra passar a mão na minha grana??? Fala sério, ?! A juventude é muito mais plena para esse tipo de situação. Não precisamos dar dinheirinho pra netinho gastar com doces, pois isso está muito longe de acontecer. Não precisamos nos preocupar com filhos, pensando se eles irão cuidar de nós quando estivermos enfermos na cama, em vez de nos mandar pro asilo mais fuleiro que tiver. Em vez de preocupação do tipo, prefiro me preocupar sobre a programação do meu fim de semana, se irei fazer um "tour" por um estado aí ou até em um país, de como irei gastar meu dinheiro nisso tudo, ou até quem sabe me preocupar na escolha de um carro, moto, barco... Nossa!!! Não seria tudo mais feliz?


E essa que temos que conquistar aquilo que queremos, pow! Isso já é um estimulo e tanto, não concordam? Depois de ter a oportunidade de conhecer várias coisas com a ajuda da aposentadoria, tudo ficaria mais fácil na nossa carreira profissional. E na velhice, nós já estaríamos mais preparados e morreríamos sem dor, pois a tecnologia está aí para nos ajudar. Saberíamos driblar melhor as coisas, com certeza!



Vou mandar uma carta para o presidente sobre essa minha idéia...

terça-feira, 1 de maio de 2007

God is a Concept

Hoje, pela tarde, estava andando de ônibus de baixo de um sol escaldante que só minha terrinha cuiabana é capaz de dar. Entre um ônibus e outro, fiquei escutando algumas músicas do meu inseparável mp3 para distrair. Até que me veio esta música do John Lennon: God.
Melodia forte, assim como a letra. Através da música, John Lennon passa para seus fãs ouvintes o que ele realmente queria dizer em cima de todos os comentários que nele rondavam.
Bom, não tem nada a ver o negócio aqui, mas é que essa música é muito foda. Não sei bem... ela me dá um ânimo bem legal em diversos momentos. A letra é bem pessoal dele, mas eu ainda consigo me identificar com muita coisa nela, como no que eu não acredito, no que eu acredito e no que eu deixo de acreditar. E me faz pensar no que passou, e que de certa maneira foi muito bom, mas que como tudo, acabou. Em uma letra e outra, chego, paro e penso: "John Lennon realmente foi 'o cara'! Só ele consegue fazer letras em que eu me encaixo, como ninguém." Aguardem por muitas músicas dele ou "deles" aqui, hein! Segue-se a letra:

GOD

God is a concept
By which we measure
Our pain
I'll say it again
God is a concept
By which we measure
Our pain

I don't believe in magic
I don't believe in I-ching
I don't believe in Bible
I don't believe in tarot
I don't believe in Hitler
I don't believe in Jesus
I don't believe in Kennedy
I don't believe in Buddha
I don't believe in Mantra
I don't believe in Gita
I don't believe in Yoga
I don't believe in kings
I don't believe in Elvis
I don't believe in Zimmerman
I don't believe in Beatles
I just believe in me
Yoko and me
And that's reality

The dream is over
What can I say?
The dream is over
Yesterday
I was the Dreamweaver
But now I'm reborn
I was the Walrus
But now I'm John
And so dear friends
You'll just have to carry on
The dream is over

Definitivamente, o sonho acabou...

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Raiva

Raiva é um sentimento de protesto, insegurança, timidez ou frustração, contra alguém ou alguma coisa, que se exterioriza quando o ego sente-se ferido ou ameaçado. A intensidade da raiva, ou a sua ausência, difere entre as pessoas. Joanna de Ângelis aponta o desenvolvimento moral e psicológico do indivíduo como determinante na maneira como a raiva é exteriorizada.

Fonte: Definição da Raiva

Dicionário
do Lat. *rabia, por rabies

fig.,
aversão;
ódio;
fúria;


Fonte: Raiva no Dicionário

E um VIVA a sacanagem que o ser-humano é capaz de fazer para deixar o seu próximo com muita RAAAIVA!!! Ai, que coisa boa!
HIP HIP URRA! \o/