Que bacana que os acontecimentos daqui estão se expandindo pela minha terrinha. Muito orgulho disso!
Espero que tenham gostado mesmo do mini-texto. E aguardem sempre! Assim que possível, vou continuar escrevendo sobre as viagens pela Europa para que futuramente vocês possam lembrar das minhas dicas quando estiverem fazendo a mesma jornada.
Gostaria de mandar um super THANK YOU, MAN para meu amigão (e agora jornalista diplomado) Lucas Bólico e também para todas as pessoas que me enviam energias positivas!
Acessem o link aí: Olhar Direto
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Sika narra Paul no site de notícias Olhar Direto
Estações:
Beatles,
England,
Jornalismo,
Liverpool,
Música,
Olhar Direto
Local:
London, UK
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Miles Davis & John Coltrane - Kind of blue
Escutar Coltrane na madrugada é a melhor coisa que tem.
Apesar da música parecer um pouco "deprê", eu não paro de escuta-la e mesmo assim estou feliz demais. Obrigada a todas as energias positivas que me rondam!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
"Minha alma canta"
Já são três horas da manhã e meu sono ainda não se manifestou. Daqui a pouco terei de acordar para uma viagem.
Viagem...
Esta madrugada, em especial, me veio diversas lembranças. Dentre elas o meu sonho de conhecer o Rio de Janeiro. Lembro-me certa vez, quando eu tinha lá meus doze anos de idade, que eu havia recortado numa dessas propagandas de turismo de revista a foto panorâmica da "cidade maravilhosa" e colei na porta do meu guarda-roupas. Uma daquelas manias pré-adolescentes de ficar sonhando acordada em diversos momentos do dia.
Bom, agora sim poderei ver muito além d'aquela imagem.
Não tenho muitas ideias para esta postagem. Na verdade estou escrevendo para aqueles que não conhecem muito bem a bossa nova. Digo por experiência própria que o contanto direto - digo direto de "você e a música", e não "você, uma novela de Manoel Carlos e a música") - com este estilo musical é apaixonante e inspirador. Recomendadíssimo. Sem contar que é super "Rio de Janeiro" também, ou seja, tudo a ver com o meu momento atual.
Aqui vai uma música de Antônio Carlos Jobim na voz de João Gilberto. Dois grandes nomes da música brasileira e precursores da bossa nova. Vale muito a pena se perder nestas dedilhadas de violão que compõe melodia doce da canção (opa! rimou).
João Gilberto - Samba do AviãoViagem...
Esta madrugada, em especial, me veio diversas lembranças. Dentre elas o meu sonho de conhecer o Rio de Janeiro. Lembro-me certa vez, quando eu tinha lá meus doze anos de idade, que eu havia recortado numa dessas propagandas de turismo de revista a foto panorâmica da "cidade maravilhosa" e colei na porta do meu guarda-roupas. Uma daquelas manias pré-adolescentes de ficar sonhando acordada em diversos momentos do dia.
Bom, agora sim poderei ver muito além d'aquela imagem.
Não tenho muitas ideias para esta postagem. Na verdade estou escrevendo para aqueles que não conhecem muito bem a bossa nova. Digo por experiência própria que o contanto direto - digo direto de "você e a música", e não "você, uma novela de Manoel Carlos e a música") - com este estilo musical é apaixonante e inspirador. Recomendadíssimo. Sem contar que é super "Rio de Janeiro" também, ou seja, tudo a ver com o meu momento atual.
Aqui vai uma música de Antônio Carlos Jobim na voz de João Gilberto. Dois grandes nomes da música brasileira e precursores da bossa nova. Vale muito a pena se perder nestas dedilhadas de violão que compõe melodia doce da canção (opa! rimou).
Minha alma canta,
Vejo o Rio de Janeiro,
Estou morrendo de saudade.
Rio, teu mar, praias sem fim,
Rio, você foi feito pra mim.
Cristo Redentor, Braços abertos sobre a Guanabara.
Este samba é só porque, Rio, eu gosto de você,
A morena vai sambar, Seu corpo todo balançar.
Rio de sol, de céu, de mar,
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Este samba é só porque,
Rio, eu gosto de você,
A morena vai sambar,
Seu corpo todo balançar.
Aperte o cinto, vamos chegar,
Água brilhando, olha a pista chegando,
E vamos nós.
Pousar
Fonte: Vagalume
Obs: Quem sabe, quando eu voltar, eu possa dividir algumas de minhas aventuras culturais com vocês.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Vídeos do show - Paul McCartney Up and Coming 2010
Aqui vão alguns vídeos que consegui gravar durante o show. Tudo está bem mau gravado, além da minha 'linda' voz cantando ao fundo, mas vale a recordação.
LET IT BE
ELEANOR RIGBY
LIVE AND LET DIE
THE LONG AND WIDING ROAD
Cá está um pouco do sonho que não acabou...
LET IT BE
ELEANOR RIGBY
LIVE AND LET DIE
THE LONG AND WIDING ROAD
Cá está um pouco do sonho que não acabou...
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Um sonho realizado
Transportar emoções reais para uma breve quantidade de linhas é uma coisa extremamente difícil, ainda mais quando se trata da maior já vivida. Sou beatlemaniaca de corpo e alma a mais de dez anos, e sempre almejava ir a um show de qualquer um deles vivos – já que não posso vê-los reunidos em um único palco. Isto virou até um objetivo de vida, do tipo “não posso morrer antes de isso acontecer”. Bom, leitores, eis que um sonho foi realizado no dia 22 de novembro de 2010. Eu, Simone, fui ao show da turnê “Up and Coming” de Sir Paul McCartney.
Foram 12 horas de fila, enfrentando um tempo inconstante. Ao lado do fotógrafo e amigo Tchélo Figueiredo, vimos que São Paulo, a “terra da garoa”, se mostrou além de seu apelido. Houve horas que a “garoa” engrossou e todos tiveram que enfrentar um “toró d’água” (sem esquecer o cuiabanês). Mas fã que é fã enfrenta até canivetes! E sem distinção de idades. Prova disso foi que durante o tempo na fila percebi diversos pais, avós, netos, filhos, entre outros. Ao meu lado, por exemplo, havia um casal de velhinhos firmes e fortes, encarando as mesmas dificuldades como qualquer outro.
Entrando no enorme estádio do Morumbi, fiquei impressionada com o mar de pessoas espalhadas entre as cadeiras, pistas e áreas vip. Todos gritando muito por conta da emoção de estar lá, na frente de um palco gigantesco, considerado um dos maiores já montados na América Latina. Todo o meu esforço foi compensado quando finalmente consegui o melhor lugar para quem estava na pista: a grade! O que deu para ter uma visão muito boa de lá.
O tempo parecia não passar, pois ficar horas em pé na chuva não é para qualquer um. Até que, com apenas 12 minutos de atraso – o show estava marcado para as 21h30 - as luzes acenderam, e entre elas, trajado de muita elegância com um paletó roxo, a estrela “more” da noite apareceu. Paul McCartney iniciou com Magical Mistery Tour, do álbum homônimo. Logo de cara deu para sentir que a apresentação não seria pouca coisa.
Comecei a chorar feito uma criança de tanta emoção. Carregando o seu mítico baixo em forma de violino, companheiro desde a época dos Beatles, Paul não decepcionou nem um minuto se quer.
Até arriscou falar em português. Tudo bem que deu para ver claramente que ele estava lendo no chão, mas quem se importa?! Tudo foi muito perfeito e todos foram ao delírio com cada brincadeira ou fala que ele fazia. Também não era por menos ter uma platéia lotada de fanáticos, creio que se ele fizesse o mínimo já seria o máximo para todos.
Tocou sucessos pós-beatle, da banda Wings e até da carreira solo, como “Jet”, “Rock Show”, “My Love” e “Venus and Mars”, o que levantou o público de diversas formas que seguiam o ritmo da batida. Entretanto, o momento em que quase fiquei sem respiração foi na música “Live and Let Die”. Acompanhada com fogos de artifícios tudo levou ao inevitável delírio da galera extasiada. Mas não posso mentir, leitores, quando os acordes dos quatro garotos de Liverpool tomaram conta dos instrumentos, a multidão foi quase à loucura, cantando tudo em uníssono.
Músicas como “All My Loving”, composição lendária da dupla Lennon/McCartney, “Drive My Car”, “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, “Back in the U.S.S.R.”, “Eleanor Rigby”, “The Long and Winding Road”, “Two of Us”, “Get Back”, as marcantes “Hey Jude” e “Let It Be”, entre tantas outras 23 músicas dos Beatles, só começou a aumentar ainda mais a emoção de 64 mil pessoas presentes no estádio.
Apesar de todas essas músicas fazerem uma verdadeira volta no tempo, um dos momentos mais fortes da apresentação foi quando o músico homenageou os ex-parceiros. A canção feita especialmente para Lennon, “Here Today” arrancou rios de lágrimas do público, inclusive de meus olhos. Mas “Something”, em memória de George Harrison, também não ficou por menos, ainda mais quando começou a passar diversas fotos do ex-beatle no telão. A emoção foi inexplicável.
A última parte do show, mais uma vez leu no chão do palco: “Vamos embora”. Isto foi automático, arrancando vários “No” misturados com “Não” do público. Mas o inevitável e nada esperado chegou. As últimas músicas tocadas foram “Yesterday”, “Helter Skelter”, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” e “The End”, este último bem característico para um fim de show.
Bom, com certeza não passei nem um décimo da emoção que tive neste dia. Tudo isso me provou que a beatlemania ainda não morreu. Alguns dias se passaram e ainda estou anestesiada com a apresentação, pensando se vai ser possível ver uma próxima. Este, sem dúvida, é um tipo de acontecimento que será dividido com os meus filhos, netos, bisnetos... E eternamente estará em uma linda parte de minhas maiores lembranças.
Obs: Este texto foi publicado no jornal Folha do Estado no dia 25/11/2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Na maior brisa...
Em comemoração ao meu "semi-término" do vídeo do TCC2, aqui vai algumas músicas selecionadas por mim esta semana para o blog Brisa Musical. Alias, estou escrevendo frequentemente para esta página. Para quem quiser conferir sugestões de músicas de boa qualidade, internacionais e nacionais, bastam acessar nesse link aqui: http://brisamusical.tumblr.com/
A seguir, o texto na íntegra e as músicas
Sim, existem muitas trilhas sonoras que marcaram diversos momentos de nossas vidas. Elas são mais que excenciais para complementar a cena de um filme e dar mais emoção para este. Como por exemplo: o que seria do clássico Casablanca sem As Time Goes By? Esta música, composta por Herman Hupfeld, já teve inúmeras versões cantadas, como por exemplo John Lennon, Louis Armstrong, Rod Stewart, Frank Sinatra, entre outros, e com certeza todo mundo já a ouviu em algum lugar. Lógico que há milhares de outras canções que estarão fazendo falta nesta playlist e talvez vocês se perguntem sobre as instrumentais, como o clássico violino agudo de ‘Psycho’. Pois então, a seleção aqui foi feita especialmente às vozes das décadas de 1920 a 1960. Quem sabe em uma outra oportunidade os intrumentos venham à tona em um dos posts. Espero que apreciem.
http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Cl+ssicos+Cantados+do+Cinema/38588256
A seguir, o texto na íntegra e as músicas
Sim, existem muitas trilhas sonoras que marcaram diversos momentos de nossas vidas. Elas são mais que excenciais para complementar a cena de um filme e dar mais emoção para este. Como por exemplo: o que seria do clássico Casablanca sem As Time Goes By? Esta música, composta por Herman Hupfeld, já teve inúmeras versões cantadas, como por exemplo John Lennon, Louis Armstrong, Rod Stewart, Frank Sinatra, entre outros, e com certeza todo mundo já a ouviu em algum lugar. Lógico que há milhares de outras canções que estarão fazendo falta nesta playlist e talvez vocês se perguntem sobre as instrumentais, como o clássico violino agudo de ‘Psycho’. Pois então, a seleção aqui foi feita especialmente às vozes das décadas de 1920 a 1960. Quem sabe em uma outra oportunidade os intrumentos venham à tona em um dos posts. Espero que apreciem.
http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Cl+ssicos+Cantados+do+Cinema/38588256
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Concertos Populares da Orquestra do Estado de MT
Este final de semana, mais precisamente no dia 21, estive na cidade de Sapezal, interior do Estado, para conferir o último dia da turnê da Orquestra. Acompanhei todos os detalhes da apresentação - inclusive o churrasquinho pós-espetáculo na casa dos Maggi, além das bebedeiras noturnas nas ruas e nos botecos perdidos do município, hehe.
Todos os músicos, produtores, enfim, as pessoas que fizeram parte do projeto foram super receptivas, me senti em casa.
Enviada especialmente para pegar as impressões do evento, fui toda meio acanhada mas confiante, enfrentando horas de estrada para ver tudo de pertinho. O texto a seguir será capa do Folha3, da Folha do Estado de amanhã. Mas para vocês conferirem com antecedência, vou postar aqui. Depois me falem o que acharam, sei lá :)
Não levei a câmera para tirar fotos, pois a minha mala estava muito pesada - sabe como é, né? Produtos de sobrevivência e tudo mais me impediram de levá-la... -, então peguei uma do blog oficial do concerto, que você pode acessar aqui. O crédito vai para Rosano Mauro.
Enviada especialmente para pegar as impressões do evento, fui toda meio acanhada mas confiante, enfrentando horas de estrada para ver tudo de pertinho. O texto a seguir será capa do Folha3, da Folha do Estado de amanhã. Mas para vocês conferirem com antecedência, vou postar aqui. Depois me falem o que acharam, sei lá :)
Não levei a câmera para tirar fotos, pois a minha mala estava muito pesada - sabe como é, né? Produtos de sobrevivência e tudo mais me impediram de levá-la... -, então peguei uma do blog oficial do concerto, que você pode acessar aqui. O crédito vai para Rosano Mauro.
Agora, chega de delongas. Confira o texto:
A volta dos Concertos Populares da Orquestra do Estado de Mato Grosso, que está na ativa desde 2005, foi marcada por muita admiração do público mato-grossense. Passando pelos municípios de Cuiabá, Campo Verde, Rondonópolis, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Campo Novo, e por fim, em Sapezal. O Folha3, a convite da Orquestra, esteve presente nesta última cidade, no dia 21 (sábado), para conferir as impressões e o resultado desta turnê que tem como objetivo levar a música de concerto para o público em geral.
Localizada na região norte do Estado, Sapezal fica a 480 km da capital. Apesar da cidade ser relativamente pequena, com os seus 14 mil habitantes, a Orquestra, juntamente com uma grande estrutura de palco e luz digna de uma grande apresentação, conseguiu chamar uma parte considerável da população. O público se acomodou em todas as cadeiras disponíveis e como pôde para apreciar o espetáculo.
CONCERTOS POPULARES
A Orquestra, regida pelo maestro Leandro Carvalho, preparou o Concertos Populares com a intenção de alcançar o grande público, e assim, popularizar a música de concerto com grandes profissionais do ramo.
“Todo ano as apresentações são especiais para esta proposta. Para se ter uma ideia, em seis anos nós fizemos mais de 450 concertos e nunca repetimos o repertório”, revela Carvalho, que procura levar músicos já acostumados com a rotina pesada de ensaios. “Por isso buscamos grandes profissionais que são treinados a sentar e tocar”, completa.
No total de oito cidades percorridas, inclusive a capital, a Orquestra se apresentou em praças e locais públicos, com um repertório que viajava pelos vários cantos do Brasil, indo de norte a sul, provando ainda mais que o país se mostra multi-cultural, principalmente em se tratando de música.
Dentre as composições selecionadas, constaram cirandas de Lourenço da Fonseca Barbosa, as marchinhas carnavalescas da revolucionária Chiquinha Gonzaga, o frevo do maestro Elpidio dos Santos, as canções folclóricas de Gregório Molina (1938) & Mario del Tránsito Cocomarola, as gauchezas de Gilberto Monteiro e R.S. Rios - que tirou longos suspiros do público, que em sua grande maioria era de origem sul-rio-grandense.
Não faltaram também as cuiabanisses fortes e animadas de Tote Garcia e Mestre Albertino, canções que se mostraram mais marcantes no repertório. Por fim, mostrando o Brasil central, foram executadas composições de Roberto Corrêa. Ele esteve presente nos concertos pelo interior do Estado ao lado da Orquestra, mostrando o melhor da viola caipira e da viola de cocho.
A junção destes dois instrumentos obteve um resultado singular. A mistura do clássico erudito do violino com as dedilhadas da lisa canção da viola caipira e das graves violas de cocho formou um casamento inspirador, firmando a proposta do repertório: a de levar a música a população, mostrar que a Orquestra também atende ao gosto de um público de diferentes tribos e idades.
PÚBLICO
O jovem estudante Tiago de Matos Santos, de 14 anos, esteve presente na apresentação e demonstrou atenção a cada nota tocada e regida pelo maestro Leandro Carvalho: “Achei ótimo por ter vários instrumentos. Eu nunca tinha visto este tipo de apresentação, é uma novidade para a minha cidade e uma oportunidade única para conhecê-los. Espero que eles voltem mais vezes”.
Quem também se cativou pelo espetáculo foi a professora aposentada Maria Shirley Capelari, de 70 anos. “Este espetáculo é importante para a cultura de Mato Grosso. O povo de Sapezal necessita de apresentações assim. Achei uma excelente ideia”.
A energia que a Orquestra passava através das canções, mostrando uma faceta da ‘brasilidade’ do nosso país, estava estampada nos olhos atentos de cada pessoa presente no público de Sapezal. A resposta disso tudo foi reconhecida ainda por Leandro Carvalho, que disse estar satisfeito com o resultado de toda a trajetória dessa turnê.
SITE
Para conferir mais impressões através de fotos e vídeos feitos durante os espetáculos dos Concertos Populares 2010 e também para saber das próximas apresentações, acesse o site da Orquestra: http://www.orquestra.mt.gov.br/omcj/bra.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Edith Piaf - Non, Je Ne Regrette Rien
Depois de uma tentativa frustrada de postar aqui um texto sobre Alberto Caeiro, vou colocar uma música que quero muito mesmo escutar futuramente com muito sentido.
E a voz da vez é de Edith Piaf...
A música que aqui coloco fala muito de "não-arrependimentos", o que eu acho muito válido em vários momentos da vida - apesar de também muitas vezes dar vontade de voltar e fazer tudo de outra forma.
Ah, depois eu quero escrever um texto sobre ela... a história desta linda cantora francesa, que foi retratada também no filme de 2007 chamado Piaf - Um Hino de Amor (o que eu ainda não sei o porquê de não tê-lo visto), é bem cativante. Li em alguns blogs e wikipedias da vida. Sei lá, se pá, eu animo de compartilhar a minha visão. Agora, aproveitem o som.
E a voz da vez é de Edith Piaf...
A música que aqui coloco fala muito de "não-arrependimentos", o que eu acho muito válido em vários momentos da vida - apesar de também muitas vezes dar vontade de voltar e fazer tudo de outra forma.
Ah, depois eu quero escrever um texto sobre ela... a história desta linda cantora francesa, que foi retratada também no filme de 2007 chamado Piaf - Um Hino de Amor (o que eu ainda não sei o porquê de não tê-lo visto), é bem cativante. Li em alguns blogs e wikipedias da vida. Sei lá, se pá, eu animo de compartilhar a minha visão. Agora, aproveitem o som.
"Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!"
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Parabéns, Ringão!
O aniversário do Ringo foi ontem, mas a comemoração continua!
Eu nunca fiz isso no Blog, mas é por uma boa causa. Acabei de ler uma pequena reportagem no site Terra falando sobre o show especial dos 70 anos do ex-baterista do Beatles. Fiquei tão emocionada - e lógico, me martirizei muito por não morar em NY nessas horas -, que decidi colocar na íntegra para quem quiser ver.
Aproveitem!
Ringo Starr comemora aniversário com espetáculo em NY
Nessa quarta-feira o ex-Beatle Ringo Starr completou 70 anos e a música não poderia ficar de fora das comemorações. O radio City Music Hall, em Nova York, recebeu o músico e convidados para um show emocionante.
Eu nunca fiz isso no Blog, mas é por uma boa causa. Acabei de ler uma pequena reportagem no site Terra falando sobre o show especial dos 70 anos do ex-baterista do Beatles. Fiquei tão emocionada - e lógico, me martirizei muito por não morar em NY nessas horas -, que decidi colocar na íntegra para quem quiser ver.
Aproveitem!
Ringo Starr comemora aniversário com espetáculo em NY
Nessa quarta-feira o ex-Beatle Ringo Starr completou 70 anos e a música não poderia ficar de fora das comemorações. O radio City Music Hall, em Nova York, recebeu o músico e convidados para um show emocionante.
O músico cantou sucessos de sua carreira solo, incluindo canções de seu último disco, o elogiado Y Not. Canções dos Beatles também não poderiam ficar de fora.
Yoko Ono participou da festa e subiu ao palco para cumprimentar o amigo. Mas o grande momento foi a participação surpresa de Paul McCartney, que tocou Birthday, canção clássica dos Beatles. O encontro pode ser visto no YouTube.
O show foi o primeiro de Ringo e sua All Starr Band pela turnê de verão, que foi batizada de "Peace and Love".

Lindão do meu coração!!!
Fonte: Terra
quarta-feira, 7 de julho de 2010
As Borboletas Voaram!
Mais textos sobre shows. Acredito que este é o lado cultural que mais gosto - tirando cinema, desenho, pinturas..., é, não é o que mais gosto.
Enfim! Este fim de semana, mais precisamente no dia 03/07 (sábado), fui à Chapada dos Guimarães – acho que fica uns 60 Km da capital mato-grossense -, no Festival de Inverno, e conferi o show do grande Zé Ramalho.
Abertura do show ficou por conta das meninas da Bionne. Foi maravilhoso! Principalmente quando elas tocaram "Chega de Saudade" (escrita por Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim). Eu não sei vocês, mas tenho uma particularidade enorme com essa música. Além de canções autorais, que passeavam no samba e no choro. Músicas de excelentíssima qualidade.
Agora, o show do Zé Ramalho foi como já esperava. O som estava ótimo e super redondo. Pena que a apresentação não durou tanto quanto eu gostaria - só uma hora, mais ou menos -, mas a emoção foi demais. O paraibano das borboletas tocou os seus maiores hits, como Chão de Giz, Avohai, Vila do Sossego, entre outros.
Tive a oportunidade de subir ao palco, e ficar a poucos metros da atração da noite (graças ao meu empreguinho, hehe). A energia foi sem igual! Tudo bem que fiquei somente três músicas lá em cima, mas foi o suficiente para registrar muitas coisas boas de lá. Depois fiquei bem na frente. Houve uma hora em que ele olhou pra mim e deu um "baita" sorrisão! E eu meio atrapalhada, sem jeito, o retratei. Ficou meio torto, mas está logo aí em baixo do texto, como prova! hehe.
Não reparei em muitos detalhes minuciosos do show, mas garanto que foi muito bom, chegando a entrar até nos "top 10" de apresentações musicais que mais gostei.
Para quem quiser conferir algumas fotos desta noite, basta acessar o flickr aqui: http://www.flickr.com/photos/simoneishizuka/
Babem, e boa noite!
Enfim! Este fim de semana, mais precisamente no dia 03/07 (sábado), fui à Chapada dos Guimarães – acho que fica uns 60 Km da capital mato-grossense -, no Festival de Inverno, e conferi o show do grande Zé Ramalho.
Abertura do show ficou por conta das meninas da Bionne. Foi maravilhoso! Principalmente quando elas tocaram "Chega de Saudade" (escrita por Vinícius de Moraes e Antonio Carlos Jobim). Eu não sei vocês, mas tenho uma particularidade enorme com essa música. Além de canções autorais, que passeavam no samba e no choro. Músicas de excelentíssima qualidade.
Agora, o show do Zé Ramalho foi como já esperava. O som estava ótimo e super redondo. Pena que a apresentação não durou tanto quanto eu gostaria - só uma hora, mais ou menos -, mas a emoção foi demais. O paraibano das borboletas tocou os seus maiores hits, como Chão de Giz, Avohai, Vila do Sossego, entre outros.
Tive a oportunidade de subir ao palco, e ficar a poucos metros da atração da noite (graças ao meu empreguinho, hehe). A energia foi sem igual! Tudo bem que fiquei somente três músicas lá em cima, mas foi o suficiente para registrar muitas coisas boas de lá. Depois fiquei bem na frente. Houve uma hora em que ele olhou pra mim e deu um "baita" sorrisão! E eu meio atrapalhada, sem jeito, o retratei. Ficou meio torto, mas está logo aí em baixo do texto, como prova! hehe.
Não reparei em muitos detalhes minuciosos do show, mas garanto que foi muito bom, chegando a entrar até nos "top 10" de apresentações musicais que mais gostei.
Para quem quiser conferir algumas fotos desta noite, basta acessar o flickr aqui: http://www.flickr.com/photos/simoneishizuka/
Babem, e boa noite!
Olha ele olhando pra mim!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Minha Amada Imortal
O ano era 2004. Como passei praticamente a minha vida inteira estudando em colégios de padre, tive um contato mais profundo com a igreja católica (juro!), e nisso, participava sempre de encontros religiosos promovidos pela igreja do meu colégio.
Eu sempre tive fama de dorminhoca, durmo em qualquer lugar e em qualquer hora (menos nas madrugadas em casa - insônia), ainda mais em palestras, e ainda mais palestras que ficam falando que Jesus é amor, Jesus é vida e virgindade é a alma do negócio, sinceramente acho isso tudo um saco. Mas em um desses encontros, ocorrido em Campo Grande - MS, vi a palestra de um padre que eu nem me lembro mais o nome da onde ele veio e do que ele falava, só sei que este momento me chamou a atenção pelo simples fato dele ter posto uma cena deste filme... Minha Amada Imortal.
Este filme conta parte da história de Ludwin van Beethoven, ou só Beethoven. Era um compositor erudito e ainda por cima alemão - só para focar que os caras fodas e inteligentes em sua grande maioria eram e são alemães, mas não é só por isso, é também o fato que apesar de ele ser um compositor extraordinário, ele era surdo. É difícil associar essas duas coisas não contraditórias. Talvez seria a mesma coisa que um fabricante de perfume não ter olfato, ou um cantor ser mudo, ou um dentista sem as mãos (não é uma má idéia!), enfim... Mas ele tinha o seu diferencial.
Em vida, Beethoven compôs grandes óperas, sonetos e concertos em geral. Sentia a música na alma, calculava minuciosamente cada instrumento em sua cabeça, e foi capaz de compor músicas inesquecíveis e imortais. Quem aqui nunca ouviu Sinfonia nº9, que atire a primeira pedra, obrigado.
Mas a música que me deixa extasiada é o Sonata ao Luar. No filme, Beethoven (interpretado por Gary Oldman) começa a tocar esta música no piano, como não podia ouvir o que estava tocando, tentou encostar seu ouvido no instrumento para sentir as vibrações que ele dava em cada dedilhada. Esta cena é simplesmente fascinante.
Eu sempre tive fama de dorminhoca, durmo em qualquer lugar e em qualquer hora (menos nas madrugadas em casa - insônia), ainda mais em palestras, e ainda mais palestras que ficam falando que Jesus é amor, Jesus é vida e virgindade é a alma do negócio, sinceramente acho isso tudo um saco. Mas em um desses encontros, ocorrido em Campo Grande - MS, vi a palestra de um padre que eu nem me lembro mais o nome da onde ele veio e do que ele falava, só sei que este momento me chamou a atenção pelo simples fato dele ter posto uma cena deste filme... Minha Amada Imortal.
Este filme conta parte da história de Ludwin van Beethoven, ou só Beethoven. Era um compositor erudito e ainda por cima alemão - só para focar que os caras fodas e inteligentes em sua grande maioria eram e são alemães, mas não é só por isso, é também o fato que apesar de ele ser um compositor extraordinário, ele era surdo. É difícil associar essas duas coisas não contraditórias. Talvez seria a mesma coisa que um fabricante de perfume não ter olfato, ou um cantor ser mudo, ou um dentista sem as mãos (não é uma má idéia!), enfim... Mas ele tinha o seu diferencial.
Em vida, Beethoven compôs grandes óperas, sonetos e concertos em geral. Sentia a música na alma, calculava minuciosamente cada instrumento em sua cabeça, e foi capaz de compor músicas inesquecíveis e imortais. Quem aqui nunca ouviu Sinfonia nº9, que atire a primeira pedra, obrigado.
Mas a música que me deixa extasiada é o Sonata ao Luar. No filme, Beethoven (interpretado por Gary Oldman) começa a tocar esta música no piano, como não podia ouvir o que estava tocando, tentou encostar seu ouvido no instrumento para sentir as vibrações que ele dava em cada dedilhada. Esta cena é simplesmente fascinante.
Cena do filme Minha Amada Imortal (1994)
Tudo isso é para que vocês confiram este filme. Ele não merecia um Oscar e nem um Globo de Ouro como melhor filme do ano, quanto mais do século, mas assistam somente para ver esta cena... Posso garantir que é apaixonante.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A Lenda
Mesmo insistindo em abandonar este blog, me vejo obrigada a prestar uma última homenagem a este ícone mundial, que no dia de ontem, reluziu muito além do que as suas roupas brilhantes: Michael Jackson.
Lembro-me de quando era pequena, no início dos anos 90, quando Michael ainda estava no auge da sua carreira, e todas as lentes estavam focadas diretamente a ele. Mesmo depois de alguns anos de lançamento, o clipe Thriller ainda passava na TV, e eu, como uma criança fissurada na "tecnologia", sempre acompanhava as programações, entre um programa e outro, o clipe passava. Tudo estava tranquilo, até que o bando de zumbizada aparecia para dançar aqueles passos complexos, que nem com força eu conseguia imitar. Confesso que tinha muito medo dos dançarinos, mas inevitavelmente eu caía na dança junto.
O tempo passou, e comecei a criar meus gostos próprios, e um dos que mais se destacavam era meu amor pelo trabalho dele. Um dia, desses de meio de semana, que vc fica na internet para pesquisar algumas coisas de faculdade, comecei a olhar o Youtube, e numa dessa minhas "andaças" achei vários vídeos do Michael. Só sei que tinha que acordar no outro dia às 6h da manhã, e acabei ficando até as 3h30 da madrugada, pasma com aqueles passos que ultrapassavam as leis da gravidade, inclusive o Moonwalk (que um dia eu aprendo!).
Enfim, pessoas, mesmo com os escândalos que envolveram seu nome, eu não conseguia parar de ouvir e conferir sua música, seus passos, sua arte! É engraçado como a mídia agora com a perda, aborda o seu nome, como o ÍCONE DO POP, A PERDA DE UM REI, entre outros, sendo que a pouco tempo muitos meios de comunicação o chacotavam, o chamando de aberração por conta de sua aparência, e de louco, pois ele insistia em ser uma eterna criança. Agora, queridos leitores, vamos aproveitar o que ele deixou para todos nós, pois mesmo com um final triste de sua vida, ele merece ser mais que aplaudido por tudo que fez, pois, creio eu, Michael Jackson cumpriu sua missão: A de transmitir alegria ao mundo através do seu trabalho.
AU!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Stand by me

When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me
Refrão:
So darling, darling
Stand by me, oh, stand by me
Oh stand, stand by me,
Stand by me
If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry
No I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me
Refrão
Whenever you're in trouble, won't you stand by me
Oh stand by me,
oh won't you stand now?
stand by me
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me
Refrão:
So darling, darling
Stand by me, oh, stand by me
Oh stand, stand by me,
Stand by me
If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry
No I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me
Refrão
Whenever you're in trouble, won't you stand by me
Oh stand by me,
oh won't you stand now?
stand by me
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Novo Flickr
Tentei fazer o esqueminha das postagens anteriores, mas o programa não está reconhecendo. Talvez seja porque é uma conta nova, não sei. Mas isso não impede de vocês darem "aquela espiadinha".
Depois de tanto me estressar com o /fotosdasika, decidi fazer outro flickr. Agora todos vocês podem conferir minhas fotos aqui.
A seguir, um pouco do que rola lá:



;)
Depois de tanto me estressar com o /fotosdasika, decidi fazer outro flickr. Agora todos vocês podem conferir minhas fotos aqui.
A seguir, um pouco do que rola lá:



;)
domingo, 28 de setembro de 2008
Setembro Freire fechado com show do Vanguart
Este dia: Ontem (27).
Creio que cheguei um pouco tarde, mas creio também que não perdi tantas coisas. Aconteceu o lançamento do livro "Bugrinho - Que menino é esse?" da Editora Entrelinhas de Daniela Freire, filha do homenageado. E ilustrado pelo cartunista Marcelo Velasco. O livro tem caráter infantil, mas que não impede de um bom adulto voltar a ser criança novamente, e viajar pelos traços coloridos dos desenhos apresentados e pelas palavras abertas da autora, contando a história de um menino magricelo "da cor que não desbota" conterrâneo de Marechal Rondon.
Junto com o lançamento, houve a apresentação de teatro da Companhia Teatral Mosaico, contando de uma forma bem engraçada a história da família Silva Freire e suas "aventuras". Aproveitando, quero dar meus parabéns ao meu professor Celso Gayoso, que participou da apresentação. Nunca o vi tão expressivo e alegre (rs).
Muitas pessoas estavam presentes pelo Sesc Arsenal. Mas creio que muitas destas pessoas não tinham nem conhecimento da importância do evento em si, pois creio que muitas estavam lá somente para conferir o show, que com certeza, era o mais esperado do mês an cidade: A banda Vanguart.
Eu, como fã incondicional dos meninos, mas também como uma crítica caloura, digo que o show foi o mais belo entre todos os shows que já participei. Sinceridade pura! Tudo bem que o som estava um pouco alto demais, mas isso não impediu que tudo aquilo se tornasse um grande encontro de diferentes formas expressivas da cultura regional da nossa quente terrinha. Alguns versos foram recitados de forma interpretativa pelos musicos ao som do violinista que infelizmente não lembro o nome (sorry!). Muitas músicas estavam incluídas no repertório da banda, dentre elas, músicas antigas, que eu já nem lembrava mais, e novas músicas também, que mostraram ainda mais o amadurecimento da banda durante estes quatro anos de carreira. Algumas foram tocadas com a participação do ex-baixista da banda, uma ótima oportunidade para um 'reencontro'.
Sim, o Setembro Freire foi fechado com chave de ouro sem dúvidas! Todos os envolvidos estão de parabéns. E com certeza o senhor Benedito Santa'na da Silva Freire esteve presente entre todos, feliz com esta emocionante realização. Mas não mais feliz que todos que tem conhecimento de suas andanças e de suas conquistas, e se orgulham de tê-lo em nosso meio como um grande conterrâneo que foi.
Obs: Desta vez não tirei fotos do evento. VACILO - LO -LO - LO...
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Festival Jambolada 2008 - 3º dia (último)
Dia com total clima de despedida, mas que não deixou de ser divertido. O horário de início do evento estava marcado para às 16h, mas por motivo de 'imprevisto' os shows começaram a bombar a partir das 18h.
Digamos que os sons tocados foram mais 'lights', com boa quantidade de sambinha de raiz, uma colher de rockabilly, hip hop à gosto e uma pitada de indie. Estes seriam os tais ingredientes para formar o último dia do Festival Jambolada 2008.
As bandas foram: Ophelia and the Tree (MG), Filomedusa (AC), Renegado (MG), Aline Calixto e Eterna Chama (MG) e Marku Ribas (MG).
Vou destacar apenas duas bandas, das quais eu gostei mais de ver, no dia. Sorry!
Apesar de ter muito cover, as bandas não deixaram passar. Posso destacar Aline Calixto e Eterna Chama, que apresentou um vocal forte e feminino, tocando os grandes sucessos do samba, como por exemplo: Paulinho da Portela, o que não deixou ninguém sem levantar as mãos e dar seus passinhos improvisados, até ser pedido 'bis', mesmo estourando o tempo da banda.
A banda acreana Filomedusa também surpreendeu. Os quatro integrantes souberam levar muito bem a galera com a sua música indie acrescentado de raízes amazonenses. Também, há de se concordar, com a voz maravilhosa de Carol Freitas, com o solo 'terapêutico' de Saulinho, nas batidas nervosas de Thiago Melo e no baixo eletrizante de Daniel Zen.
Obrigada a todo pessoal da organização do evento. Tudo foi muito lindo! Parabéns à todos.
Digamos que os sons tocados foram mais 'lights', com boa quantidade de sambinha de raiz, uma colher de rockabilly, hip hop à gosto e uma pitada de indie. Estes seriam os tais ingredientes para formar o último dia do Festival Jambolada 2008.
As bandas foram: Ophelia and the Tree (MG), Filomedusa (AC), Renegado (MG), Aline Calixto e Eterna Chama (MG) e Marku Ribas (MG).
Vou destacar apenas duas bandas, das quais eu gostei mais de ver, no dia. Sorry!
Apesar de ter muito cover, as bandas não deixaram passar. Posso destacar Aline Calixto e Eterna Chama, que apresentou um vocal forte e feminino, tocando os grandes sucessos do samba, como por exemplo: Paulinho da Portela, o que não deixou ninguém sem levantar as mãos e dar seus passinhos improvisados, até ser pedido 'bis', mesmo estourando o tempo da banda.
A banda acreana Filomedusa também surpreendeu. Os quatro integrantes souberam levar muito bem a galera com a sua música indie acrescentado de raízes amazonenses. Também, há de se concordar, com a voz maravilhosa de Carol Freitas, com o solo 'terapêutico' de Saulinho, nas batidas nervosas de Thiago Melo e no baixo eletrizante de Daniel Zen.
Obrigada a todo pessoal da organização do evento. Tudo foi muito lindo! Parabéns à todos.
sábado, 13 de setembro de 2008
Jambolada 2008

Agora sem cumprir promessas, mas com coisinhas quentinhas pra vocês.
Depois de quase 20h de busão, e muitas cidades estranhas percorridas, estou aqui no meio de muita mineirada arretada na 4ª edição do Festival Jambolada. Programação quentíssima, que já no primeiro dia arrebentou os tímpanos da galera com muita sonzeira (no bom sentido, é claro!).
Tive um pequeno problema com a minha câmera, no que resultou o triste fato de que tirei foto somente das quatro primeiras bandas (shit!). E também tive um pequeno problema de 'saúde'.
Mas hoje, espero que o negocio seja como esperado hehe :)
Veja no link a seguir, as fotos do Jambas: http://www.flickr.com/photos/fotosdasika/
sábado, 9 de agosto de 2008
1º Dia de Festival Calango 2008
Sinceramente, nunca vi esse festival tão lotado. Talvez seja pela "entrada grátis", ou pelo preço mais camarada... Enfim! O dia estava bem quente (pra variar), e com muita gente do "mal": meninas com suas meias rastões e meninos com os seus famosos "sobre-tudo" (que não sei como os caras aguentam como esse calor básico que temos). No meio de tanta confusão, encontrei pessoas queridas, que só vejo no meio destas "batidas", e que mesmo assim, os encontros não deixam de ser empolgantes.
Minha exposição ta à tona! Estou bem satisfeita com o resultado (apesar de achar que meus desenhos ainda estão um tanto amadores e amassados hehe). E a quem está entrando aqui por conta do Zine, um muito obrigado especial! E farei de tudo para botar esse negócio pra funcionar direito hehe.
Agora, vamos ao que interessa...
Conheci bandas novas, que particularmente, achei do caralho. Como a banda de Pernambuco "Sweet Fanny Adams", um quarteto com o sotaque pra lá de nordestino, e com um rock um tanto mais 'mordenete', mas que não deixa de ser bom e animador.
Conheci bandas novas, que particularmente, achei do caralho. Como a banda de Pernambuco "Sweet Fanny Adams", um quarteto com o sotaque pra lá de nordestino, e com um rock um tanto mais 'mordenete', mas que não deixa de ser bom e animador.
Sem contar outras bandas que nem preciso comentar, como: Ebinho Cardoso Trio (O cara!), Pata de Elefante (instrumental, diríamos: 'terapeutico'), MQN (o verdadeiro representante do rock goiâno), Garage Fuzz (hard core triunfante), e assim por diante...
Tristezas também participaram, como a apresentação da Los Bobs. Talvez seja pelo nervosismo de estar apresentando pela primeira vez em um festival grande, ou pelo som ( que os caras já estavam reclamando), mas fizeram o que puderam, e valeu o esforço. Quem sabe da próxima, tudo saia bem.
Muitas bandas subiram em um daqueles dois palcos, e botaram o espaço pra tremer (literalmente). Algumas muito boas, e outras nem tanto assim... Mas posso destacar que a diversidade musical estava muito bem selecionada, obrigada.
Mas, com certeza, a banda que eu mais esperava e que mais me impressionou, foi Diego de Moraes e o Sindicato. Depois de muito pular pra dar um 'oi' pro Diego e perguntar do meu carregador (que recentemente, havia esquecido em Goiânia), percebi que muita gente ficou olhando pra mim, como se eu fosse uma tiete de banda, querendo um simples 'oi' de seu ídolo... Mas, tá! O show foi super divertido! Todos como sempre, demonstraram todo o talento (apesar do som não estar favorável), no que deixou os cuiabanos e não-cuiabanos de plantão muito empolgados. "Esse moleque é do caralho", "Esse cara usa drogas \,,/", "Diegoooo!!!", é só o que eu ouvia durante o show. Fiquei emocionada, até. Meu apelidinho sendo citado durante a apresentação, com um 'muito obrigado' hehe. Eu é que agradeço pelo bom som que nos oferece, Sindicato!
Aqui está uma das principais músicas dessa 'nova fase' de shows dos meninos.
Mas, com certeza, a banda que eu mais esperava e que mais me impressionou, foi Diego de Moraes e o Sindicato. Depois de muito pular pra dar um 'oi' pro Diego e perguntar do meu carregador (que recentemente, havia esquecido em Goiânia), percebi que muita gente ficou olhando pra mim, como se eu fosse uma tiete de banda, querendo um simples 'oi' de seu ídolo... Mas, tá! O show foi super divertido! Todos como sempre, demonstraram todo o talento (apesar do som não estar favorável), no que deixou os cuiabanos e não-cuiabanos de plantão muito empolgados. "Esse moleque é do caralho", "Esse cara usa drogas \,,/", "Diegoooo!!!", é só o que eu ouvia durante o show. Fiquei emocionada, até. Meu apelidinho sendo citado durante a apresentação, com um 'muito obrigado' hehe. Eu é que agradeço pelo bom som que nos oferece, Sindicato!
Aqui está uma das principais músicas dessa 'nova fase' de shows dos meninos.
Amigo - Diego de Moraes e o Sindicato
Em breve, mais postagens de vídeos ;)
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