Um parêntese...
Queridos, andei vendo minhas postagens antigas e percebi que muitas pessoas fazem perguntas nos comentários, nos quais estão sem respostas. Desculpeeem!
É que, como vocês podem perceber, eu mal ando postando e muito menos vendo os comentários.
Vamos fazer assim, me mandem um e-mail no meu endereço pessoal que respondo a todos! Pode ser? Fechado! rs
Vai o end: sika.ishi@gmail.com - não mandem vírus! rsrs
Voltando!
Aqui vão alguns vídeos que eu e a Tai gravamos. Sinta um pouco de Buenos Aires no ar... :)
Chula gaúcha que é argentina
O melhor e mais sensual Tango que já vi!
Mais um!
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
Vídeos de Buenos Aires
Estações:
Argentina,
Buenos Aires,
Viagens,
Vídeo
Local:
Buenos Aires, Argentina
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Vídeo das ruas de Veneza
Só uma pequena amostra de tudo que eu falei no post passado.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Uma coisa puxa a outra
Ontem eu vi um vídeo que me deixou um tanto intrigada e me fez pensar em diversas coisas, como as vertentes da vida que encaramos com determinada distinção, porém que se cruzam em conseqüências do dia-a-dia.
Bom, para vocês entenderem melhor o que estou dizendo, aqui vai o próprio. Tirem suas conclusões ao ver, que em seguida darei as minhas.
Bom, para vocês entenderem melhor o que estou dizendo, aqui vai o próprio. Tirem suas conclusões ao ver, que em seguida darei as minhas.
Esta reportagem me remete alguns pontos de vista que se liga a alguns dos temas “que não dá para se discutir” na opinião pública: religião e política.
Em primeira impressão, pelo menos ao meu ponto de vista, vi que o pastor/pedreiro aproveitou de uma brecha equivocada da bíblia para se “aproveitar” de um fato socialmente condenável – o adultério. Porém, por trás disso traz há conseqüências que não se pode considerar exclusivamente erro do pastor, e sim, por três importantes fatores: do ensino de pouca qualidade aplicada no país, do direcionamento da reportagem e dos equívocos que a própria bíblia apresenta.
Vamos por partes. Que tal começarmos a falar da tão temida política? Esta que está presente no cotidiano das pessoas desde os tempos mais primórdios, no qual tantos teóricos se propõe a explicar.
Segundo estatísticas do IBGE, quase a metade de crianças e adolescentes, mais precisamente 42%, abandonam as escolas antes de concluir o ensino-médio para trabalhar e ajudar em casa, e grande parte delas vêm de escolas públicas, o que já estamos carecas de saber que não há qualidade suficiente para o mercado de trabalho. E isso resulta nos afazeres braçais, nos quais não se exige tanto o lado intelectual da questão.
Creio que este pedreiro está dentro destes números que se fazem a maioria no país. É fácil dizer que o homem é um ‘malandro, crente safado’, entre outros, sendo que não acompanhamos o cotidiano deste trabalhador, que, muito provavelmente, a vida não lhe ofereceu oportunidades de se ter uma boa educação a ponto de ler e entender corretamente o que se diz em uma estrofe da bíblia.
Além de todas estas questões que infelizmente são presentes até hoje, em pleno séc. XXI, ainda temos que encarar reportagens totalmente tendenciosas, que estimulam o telespectador a pensar de tal forma, com pouco esforço e de extrema sutileza.
Acho que quase todo mundo sabe da rivalidade entre a Globo e os evangélicos do país, ou melhor,da Record, cujo dono é pastor evangélico, Edir Macedo. Apesar de parecer um tanto curioso, há de se fazer uma ligação em cima destes fatos.
A monopolização da comunicação brasileira faz com que determinada emissora (Globo) se apresente apelativa em alguns casos, como este, por exemplo: Ridicularizando um simples trabalhador por um equívoco ocorrido, manchando ainda mais a imagem do pobre no país, em troca da permanência no poder injusto, que deveria estar concentrado no povo. É claro nas entrelinhas da matéria que Justino, o pastor/pedreiro, tentou buscar o tipo de sabedoria profunda dentro de conceitos religiosos, lidos diretamente do livro mais famoso de todos os tempos: a bíblia. Esta que, apesar de apresentar diversos exemplos de vida para a sociedade, não é vista por mim, como um bom caminho para a tão almejada ‘salvação’.
Em minha adolescência tive um breve estudo sobre a bíblia, e comecei a ver contradições nos capítulos estudados e ensinamentos que já não são tão aplicáveis para os tempos de hoje. Dentro disso tudo começou em mim uma certa rejeição a ela.
Para começar a discussão, a própria foi escritas por homens, como eu, como você, que têm pecados, que cometem erros e que são totalmente vulneráveis aos “prazeres errados” da vida.
Para provar o que acabei de falar, a bíblia em suma considera a mulher algo de exclusivo uso do homem, aplicando limitações na vida até intelectual desta. Desculpe-me os religiosos que seguem a risca os ‘ensinamentos sagrados’, mas esta é a realidade, não é? Aqui vão as estrofes:
"As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor.... Como, porém, a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido" (Efésios 5:22,24).
"Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor" (Colossenses 3:18)
"Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido..." (1 Pedro 3:1)
Que Deus seria esse, injusto, que dá o poder de pensar a ambos os sexos e dá regalias a uns e limitações a outros? Deus não prega a igualdade, a perseverança e o respeito ao próximo? Acho que isso é muito bem aplicável nestes âmbitos.
E tem outra, se a bíblia é tão sagrada assim, por que, além de ser registrada por homens (como eu disse anteriormente) ela é escrita em meras folhas, sendo que tem gente que até interpreta uma receita de bolo diferente? Sem contar no fato de que ela existe a dois mil anos e antigamente, nas missas, era lida em latim, no qual praticamente ninguém entendia absolutamente nada do que era pregado, apenas se informavam através de padres corruptos e inquisitórios. Esta, segundo a história, só começou a ser traduzida por Martim Lutero, no séc. XV, para o alemão, sendo que o mesmo era aliado da monarquia, que tinha lá seus interesses próprios que nem cabe aqui discutir.
Enfim, juntando tudo isso e mais um pouco que ronda a minha cabeça neste momento: é justo julgarmos o estudo, a crença e a ignorância da grande maioria pobre no país? Brasileiros que não tiveram contato com a melhor educação que o mundo poderia oferecer, mas que as ocasiões não permitiram. Além de existir ainda pessoas que obtém todo o ensino que a vida proporciona e ainda se sentem no direito de chacotear os que não tiveram as mesmas oportunidades, por puro capricho que se espelha na repressão vivida nos mil anos de trevas da inquisição aplicada pela própria igreja, alegando os ensinamentos sagrados da bíblia.
Uma coisa puxa a outra e a história se repete. Estamos verdadeiramente vivendo em uma democracia e também na liberdade de expressão? Realmente são essas e outras coisas que ainda são maquiadas, no qual os poderosos fingem que respeitam e nós fingimos que obtemos destas “regalias”.
Era isso.
Em primeira impressão, pelo menos ao meu ponto de vista, vi que o pastor/pedreiro aproveitou de uma brecha equivocada da bíblia para se “aproveitar” de um fato socialmente condenável – o adultério. Porém, por trás disso traz há conseqüências que não se pode considerar exclusivamente erro do pastor, e sim, por três importantes fatores: do ensino de pouca qualidade aplicada no país, do direcionamento da reportagem e dos equívocos que a própria bíblia apresenta.
Vamos por partes. Que tal começarmos a falar da tão temida política? Esta que está presente no cotidiano das pessoas desde os tempos mais primórdios, no qual tantos teóricos se propõe a explicar.
Segundo estatísticas do IBGE, quase a metade de crianças e adolescentes, mais precisamente 42%, abandonam as escolas antes de concluir o ensino-médio para trabalhar e ajudar em casa, e grande parte delas vêm de escolas públicas, o que já estamos carecas de saber que não há qualidade suficiente para o mercado de trabalho. E isso resulta nos afazeres braçais, nos quais não se exige tanto o lado intelectual da questão.
Creio que este pedreiro está dentro destes números que se fazem a maioria no país. É fácil dizer que o homem é um ‘malandro, crente safado’, entre outros, sendo que não acompanhamos o cotidiano deste trabalhador, que, muito provavelmente, a vida não lhe ofereceu oportunidades de se ter uma boa educação a ponto de ler e entender corretamente o que se diz em uma estrofe da bíblia.
Além de todas estas questões que infelizmente são presentes até hoje, em pleno séc. XXI, ainda temos que encarar reportagens totalmente tendenciosas, que estimulam o telespectador a pensar de tal forma, com pouco esforço e de extrema sutileza.
Acho que quase todo mundo sabe da rivalidade entre a Globo e os evangélicos do país, ou melhor,da Record, cujo dono é pastor evangélico, Edir Macedo. Apesar de parecer um tanto curioso, há de se fazer uma ligação em cima destes fatos.
A monopolização da comunicação brasileira faz com que determinada emissora (Globo) se apresente apelativa em alguns casos, como este, por exemplo: Ridicularizando um simples trabalhador por um equívoco ocorrido, manchando ainda mais a imagem do pobre no país, em troca da permanência no poder injusto, que deveria estar concentrado no povo. É claro nas entrelinhas da matéria que Justino, o pastor/pedreiro, tentou buscar o tipo de sabedoria profunda dentro de conceitos religiosos, lidos diretamente do livro mais famoso de todos os tempos: a bíblia. Esta que, apesar de apresentar diversos exemplos de vida para a sociedade, não é vista por mim, como um bom caminho para a tão almejada ‘salvação’.
Em minha adolescência tive um breve estudo sobre a bíblia, e comecei a ver contradições nos capítulos estudados e ensinamentos que já não são tão aplicáveis para os tempos de hoje. Dentro disso tudo começou em mim uma certa rejeição a ela.
Para começar a discussão, a própria foi escritas por homens, como eu, como você, que têm pecados, que cometem erros e que são totalmente vulneráveis aos “prazeres errados” da vida.
Para provar o que acabei de falar, a bíblia em suma considera a mulher algo de exclusivo uso do homem, aplicando limitações na vida até intelectual desta. Desculpe-me os religiosos que seguem a risca os ‘ensinamentos sagrados’, mas esta é a realidade, não é? Aqui vão as estrofes:
"As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor.... Como, porém, a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido" (Efésios 5:22,24).
"Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor" (Colossenses 3:18)
"Mulheres, sede vós, igualmente, submissas a vosso próprio marido..." (1 Pedro 3:1)
Que Deus seria esse, injusto, que dá o poder de pensar a ambos os sexos e dá regalias a uns e limitações a outros? Deus não prega a igualdade, a perseverança e o respeito ao próximo? Acho que isso é muito bem aplicável nestes âmbitos.
E tem outra, se a bíblia é tão sagrada assim, por que, além de ser registrada por homens (como eu disse anteriormente) ela é escrita em meras folhas, sendo que tem gente que até interpreta uma receita de bolo diferente? Sem contar no fato de que ela existe a dois mil anos e antigamente, nas missas, era lida em latim, no qual praticamente ninguém entendia absolutamente nada do que era pregado, apenas se informavam através de padres corruptos e inquisitórios. Esta, segundo a história, só começou a ser traduzida por Martim Lutero, no séc. XV, para o alemão, sendo que o mesmo era aliado da monarquia, que tinha lá seus interesses próprios que nem cabe aqui discutir.
Enfim, juntando tudo isso e mais um pouco que ronda a minha cabeça neste momento: é justo julgarmos o estudo, a crença e a ignorância da grande maioria pobre no país? Brasileiros que não tiveram contato com a melhor educação que o mundo poderia oferecer, mas que as ocasiões não permitiram. Além de existir ainda pessoas que obtém todo o ensino que a vida proporciona e ainda se sentem no direito de chacotear os que não tiveram as mesmas oportunidades, por puro capricho que se espelha na repressão vivida nos mil anos de trevas da inquisição aplicada pela própria igreja, alegando os ensinamentos sagrados da bíblia.
Uma coisa puxa a outra e a história se repete. Estamos verdadeiramente vivendo em uma democracia e também na liberdade de expressão? Realmente são essas e outras coisas que ainda são maquiadas, no qual os poderosos fingem que respeitam e nós fingimos que obtemos destas “regalias”.
Era isso.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Miles Davis & John Coltrane - Kind of blue
Escutar Coltrane na madrugada é a melhor coisa que tem.
Apesar da música parecer um pouco "deprê", eu não paro de escuta-la e mesmo assim estou feliz demais. Obrigada a todas as energias positivas que me rondam!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
"Minha alma canta"
Já são três horas da manhã e meu sono ainda não se manifestou. Daqui a pouco terei de acordar para uma viagem.
Viagem...
Esta madrugada, em especial, me veio diversas lembranças. Dentre elas o meu sonho de conhecer o Rio de Janeiro. Lembro-me certa vez, quando eu tinha lá meus doze anos de idade, que eu havia recortado numa dessas propagandas de turismo de revista a foto panorâmica da "cidade maravilhosa" e colei na porta do meu guarda-roupas. Uma daquelas manias pré-adolescentes de ficar sonhando acordada em diversos momentos do dia.
Bom, agora sim poderei ver muito além d'aquela imagem.
Não tenho muitas ideias para esta postagem. Na verdade estou escrevendo para aqueles que não conhecem muito bem a bossa nova. Digo por experiência própria que o contanto direto - digo direto de "você e a música", e não "você, uma novela de Manoel Carlos e a música") - com este estilo musical é apaixonante e inspirador. Recomendadíssimo. Sem contar que é super "Rio de Janeiro" também, ou seja, tudo a ver com o meu momento atual.
Aqui vai uma música de Antônio Carlos Jobim na voz de João Gilberto. Dois grandes nomes da música brasileira e precursores da bossa nova. Vale muito a pena se perder nestas dedilhadas de violão que compõe melodia doce da canção (opa! rimou).
João Gilberto - Samba do AviãoViagem...
Esta madrugada, em especial, me veio diversas lembranças. Dentre elas o meu sonho de conhecer o Rio de Janeiro. Lembro-me certa vez, quando eu tinha lá meus doze anos de idade, que eu havia recortado numa dessas propagandas de turismo de revista a foto panorâmica da "cidade maravilhosa" e colei na porta do meu guarda-roupas. Uma daquelas manias pré-adolescentes de ficar sonhando acordada em diversos momentos do dia.
Bom, agora sim poderei ver muito além d'aquela imagem.
Não tenho muitas ideias para esta postagem. Na verdade estou escrevendo para aqueles que não conhecem muito bem a bossa nova. Digo por experiência própria que o contanto direto - digo direto de "você e a música", e não "você, uma novela de Manoel Carlos e a música") - com este estilo musical é apaixonante e inspirador. Recomendadíssimo. Sem contar que é super "Rio de Janeiro" também, ou seja, tudo a ver com o meu momento atual.
Aqui vai uma música de Antônio Carlos Jobim na voz de João Gilberto. Dois grandes nomes da música brasileira e precursores da bossa nova. Vale muito a pena se perder nestas dedilhadas de violão que compõe melodia doce da canção (opa! rimou).
Minha alma canta,
Vejo o Rio de Janeiro,
Estou morrendo de saudade.
Rio, teu mar, praias sem fim,
Rio, você foi feito pra mim.
Cristo Redentor, Braços abertos sobre a Guanabara.
Este samba é só porque, Rio, eu gosto de você,
A morena vai sambar, Seu corpo todo balançar.
Rio de sol, de céu, de mar,
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Este samba é só porque,
Rio, eu gosto de você,
A morena vai sambar,
Seu corpo todo balançar.
Aperte o cinto, vamos chegar,
Água brilhando, olha a pista chegando,
E vamos nós.
Pousar
Fonte: Vagalume
Obs: Quem sabe, quando eu voltar, eu possa dividir algumas de minhas aventuras culturais com vocês.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Serial killers
Já li muitos romances, contos, novelas, etc. Mas, assumidamente, adoro biografias, sejam elas quais forem. Dentre tantas histórias de diferentes pessoas que já habitaram (ou habitam) este "mundinho de meu Deus", em particular gosto de saber sobre a vida de serial killers - ou matadores em série, se preferir.
Na verdade esta é uma 'paixão' mal compreendida, pois muitas pessoas se assustam por estes meus gostos um tanto 'inusitados', porém com muito fundamento.
Sou um tipo de 'pesquisadora virtual' que adora coisas fora do comum. Afinal, por que pesquisar algo que todo mundo sabe? Adoro resgatar histórias que já não são mais contadas, reportagens que já não são mais transmitidas e ler livros que já não são 'best sellers'.
Ok, ok. Acho que já dei uma breve explicação sobre o porquê de ter este tipo de gosto, então vamos ao que interessa:
Pelo fato de meus dias de 'férias forçadas' estarem sem ter muitas atividades, resolvi pesquisar mais sobre estas mentes macabras que buscam através de estratégias (diríamos algumas vezes "geniais") para escolherem as suas vítimas de forma até um tanto minuciosa.
O mundo já presenciou práticas sangrentas de serial killers, como os até hoje não-indentificados "Jack, o Estripador", que aterrorizou a vida de prostitutas nas ruas de Londres, "Zodiaco", o maníaco que escolhia suas vítimas pelo signos. Ou os mais conhecidos mundialmente, como o assassino charmoso Teddy Bundy, Charles Manson, um dos maiores mentores intelectuais de um grupo que chamava de "Família Manson", entre tantos outros.
Através de minha mínima pesquisa, percebi que boa parte destas histórias macabras, mais divulgadas pela imprensa, foram sentenciadas em terras norte-americanas, porém vi também que o Brasil já teve lá seus "filhos ingratos".
Um dos mais famosos é o "Bandido da Luz Vermelha", o serial killer que tem até um filme de terror contando sobre os seus crimes. Mas, queridos leitores, ele já não me assusta tanto. Recentemente vi alguns documentários no canal de TV fechada "Discovery Channel" falando sobre Marcelo Costa Andrade e Francisco de Assis Pereira, ou melhor, o Vampiro de Niterói e o Maníaco do Parque, respectivamente.
O enredo deste ‘thriller’ todo não é lá dos mais agradáveis. É de se chocar MESMO. Porém é algo muito interessante de se saber sobre até onde a mente humana é capaz de chegar para satisfazer algum tipo de prazer, seja ele estranho ou não.
Aqui vão os vídeos em sequência sobre os assassinos em série. Ambos tinham gostos distintos sobre as vítimas. O maníaco gostava de morenas e o Vampiro se interessava por meninos menores de idade. Enfim, espero que pelo menos alguns gostem deste post.
Atenção: somente para maiores de 18 anos e para os que tem estômago bom, ok?
O MANÍACO DO PARQUE
Parte I
Parte II
Parte III
Parte IV
O VAMPIRO DE NITERÓI
Parte I
Parte II
Parte III
Parte IV
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Mazzaropi - O Jeca Tatu (trecho)
Aqui vai um trecho do filme Jéca Tatu (1960) estrelado pelo eterno Mazzaropi.
Me lembro quando era bem pequena e alguns filmes do Mazzaropi passava no canal Bandeirantes (ou era na extinta Manchete?) quase que diariamente. Meu pai era simplesmente fissurando por ele! Não perdia uma transmissão se quer, e sempre rachava o bico durante o vídeo. Boas lembranças...
Estou postando este em especial pois usei ele no meu documentário de conclusão de curso. Alias, a minha apresentação será nesta segunda-feira (06), às 10h30, em algum lugar obscuro na Unic. Ninguém está convidado, mas gostaria de receber energias positivas neste horário, tudo bem?
Espero que gostem do vídeo como o meu pai :)
Me lembro quando era bem pequena e alguns filmes do Mazzaropi passava no canal Bandeirantes (ou era na extinta Manchete?) quase que diariamente. Meu pai era simplesmente fissurando por ele! Não perdia uma transmissão se quer, e sempre rachava o bico durante o vídeo. Boas lembranças...
Estou postando este em especial pois usei ele no meu documentário de conclusão de curso. Alias, a minha apresentação será nesta segunda-feira (06), às 10h30, em algum lugar obscuro na Unic. Ninguém está convidado, mas gostaria de receber energias positivas neste horário, tudo bem?
Espero que gostem do vídeo como o meu pai :)
domingo, 17 de outubro de 2010
Nova rotina
É engraçado observar mudança de fases. Um dia você está com a sua rotina intacta e no outro tudo muda, tudo se transforma. Meus dias mudaram quase que completamente, e aquela vida que era baseada em planejamentos anda um tanto desregrada. Apesar de não ser de meu feitio, estou gostando desta nova alternativa.
Não estou mais trabalhando. Sai da redação semana passada e sinto saudades. Mas ao mesmo tempo sinto aquela sensação de "missão cumprida". Acho que na vida há fases que devem ser passadas e levadas como aprendizado eternamente, porém tudo obrigatoriamente passa e não volta mais.
O meu dia-a-dia resume-se em: casa, faculdades e botecos jamais idos em dias de semana. Vida boêmia à ativa! Não que eu me orgulhe disso, mas a bebida às vezes é capaz de colocar nossas ideias no lugar. Mas ressalto: isto é só para os fracos. Juro.
Estou cheia de planos, que me alimentam a cada dia - e que os alimento também. Nunca fui boa com surpresas, mas quando elas aparecem sempre são bem-vindas, sejam elas boas ou ruins. Estou deixando alguns “demônios” de lado e esperando para ver o que me acontece com o tempo.
E o tempo? Ah, este sim está ao meu favor. Tive algumas desavenças com ele meses atrás, mas parece que agora nós podemos ter uma relação saudável, de igual para igual, e ainda conversar sempre que quisermos colocar tudo no seu devido lugar. Gosto disso.
E para representar um pouco esta minha “nova fase”, deixo uma música para vocês. Ela me acompanha todas as manhãs, quando acordo. Espero que agradem a vocês também. O artista se chama Francesco “Franz” Farina. Um italiano que conheci recentemente. Depois confiram mais vídeos dele, não vão se arrepender.
E para representar um pouco esta minha “nova fase”, deixo uma música para vocês. Ela me acompanha todas as manhãs, quando acordo. Espero que agradem a vocês também. O artista se chama Francesco “Franz” Farina. Um italiano que conheci recentemente. Depois confiram mais vídeos dele, não vão se arrepender.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Edith Piaf - Non, Je Ne Regrette Rien
Depois de uma tentativa frustrada de postar aqui um texto sobre Alberto Caeiro, vou colocar uma música que quero muito mesmo escutar futuramente com muito sentido.
E a voz da vez é de Edith Piaf...
A música que aqui coloco fala muito de "não-arrependimentos", o que eu acho muito válido em vários momentos da vida - apesar de também muitas vezes dar vontade de voltar e fazer tudo de outra forma.
Ah, depois eu quero escrever um texto sobre ela... a história desta linda cantora francesa, que foi retratada também no filme de 2007 chamado Piaf - Um Hino de Amor (o que eu ainda não sei o porquê de não tê-lo visto), é bem cativante. Li em alguns blogs e wikipedias da vida. Sei lá, se pá, eu animo de compartilhar a minha visão. Agora, aproveitem o som.
E a voz da vez é de Edith Piaf...
A música que aqui coloco fala muito de "não-arrependimentos", o que eu acho muito válido em vários momentos da vida - apesar de também muitas vezes dar vontade de voltar e fazer tudo de outra forma.
Ah, depois eu quero escrever um texto sobre ela... a história desta linda cantora francesa, que foi retratada também no filme de 2007 chamado Piaf - Um Hino de Amor (o que eu ainda não sei o porquê de não tê-lo visto), é bem cativante. Li em alguns blogs e wikipedias da vida. Sei lá, se pá, eu animo de compartilhar a minha visão. Agora, aproveitem o som.
"Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!"
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Momentos...
Nessa sequência.
Olhos nos Olhos - Chico Buarque
O que me Importa - Marisa Monte
Eu gosto da vida, mas não gosto do tempo. Ele me deixa esperando demais.
Olhos nos Olhos - Chico Buarque
O que me Importa - Marisa Monte
Eu gosto da vida, mas não gosto do tempo. Ele me deixa esperando demais.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Fernando Meirelles - Política Cultural
Parte da entrevista feita pelo jornalista Marcelo Tas (sim, aquele carequinha de óculos do CQC) ao cineasta brasileiro Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel e o atual Ensaio Sobre a Cegueira), em uma de suas peças. Nele, o jornalista pergunta sobre a opinião do diretor em relação ao uso do dinheiro público no cinema, e qual seria a melhor forma de investi-lo.
Nunca tinha pensado por esse lado. E concordo com o que ele diz. Confira.
domingo, 8 de março de 2009
Leonardo Pareja
Leonardo Rodrigues Pareja, mais um brasileiro que nasceu do "ventre" de um país desigual, e muitas vezes, impune de seus crimes. Bandido de classe média, que em sua infância fazia viagens para o exterior, estudava música, línguas e foi educado sempre nas melhores escolas. Começou com a sua vida bandida na adolescência, e na mesma época, a ira que sentia pelas autoridades brasileiras cresceu junto com ele. "Eu agora me eduquei dessa maneira (criminalidade), e não tem como você me deseducar" - comentou pareja ao documentário feito sobre a sua vida.
Pareja descobriu que pequenos atos de criminalidade não bastava para a sua vida bandida, ele queria mais. Desejava esfregar na cara dos polícia, através de jornais, televisões e rádios, que ela era tão errada quanto a criminalidade assumida no país. E assim o fez.
Viveu boa parte de sua vida em presídios. Foi torturado e humilhado pela polícia responsável.
Mas dentro das cadeias, juntamente com seus colegas detentos, Leonardo fazia questão de demonstrar tranquilidade e de evidenciar de que ali ele não teria razões para se preocupar com a sua seguraça. "Medo? O que é medo? Medo da morte? Então eu não tenho medo de nada, pois eu não tenho medo dela" - dizia Pareja às suas entrevistas.
Uma dos fatos mais marcantes, das andanças criminosas de Pareja, foi a de liderar uma das principais rebeliões do presídio de Cepaigo, em Goiânia - GO. Este acontecimento teve uma atenção especial da mídia brasileira durante todo o ato, ocorrido em Maio de 1996. A rebelião teve como reféns as principais autoridades do Estado de Goiás, dentre eles, juízes, advogados, presidente do TJ de Goiás e o diretor do presídio, que segundo grande parte dos detentos responsáveis, foi um dos principais motivos para a manifestação.
Pareja soube entreter seus companheiros, que estavam revoltados com a situação de suas vidas no presídio até então. Deu toda a assistência aos seus reféns, deixado-os à vontade em meio a uma grande rebelião. "Quando eu saí daquele presídio, eu agradeci primeiramente a Deus e depois ao Pareja, por eu estar vivo agora" - comentou o diretor refém.
Dia 06 de Dezembro de 1996, Leonardo Pareja, 22 anos, foi morto por um de seus "amigos", mas que teve envolvimento de muitos outros. Jornais destacaram em suas páginas, uma das falas que marcou este ato: "Eu sei que vou morrer. Só não quero que seja pelas costas".
Bom, esse foi um breve textinho que fiz para que vocês conheçam mais sobre este 'mito' da criminalidade. Ele não foi algo que possamos chamar de herói, mas com certeza, foi uma referência ao não medo de denunciar as injustiças ocorridas no nosso país, que muitas vezes deixamos a desejar para que a contradição esteja presente de que não haja "problemas maiores" em nossas vidas. O documentário a seguir, retrata melhor a vida deste cidadão brasileiro, que tinha a música e o crime, suas principais inspirações.
Assistam, vale demais a pena.
Direção: Régis Faria
"Vida Bandida"
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
sábado, 9 de agosto de 2008
1º Dia de Festival Calango 2008
Sinceramente, nunca vi esse festival tão lotado. Talvez seja pela "entrada grátis", ou pelo preço mais camarada... Enfim! O dia estava bem quente (pra variar), e com muita gente do "mal": meninas com suas meias rastões e meninos com os seus famosos "sobre-tudo" (que não sei como os caras aguentam como esse calor básico que temos). No meio de tanta confusão, encontrei pessoas queridas, que só vejo no meio destas "batidas", e que mesmo assim, os encontros não deixam de ser empolgantes.
Minha exposição ta à tona! Estou bem satisfeita com o resultado (apesar de achar que meus desenhos ainda estão um tanto amadores e amassados hehe). E a quem está entrando aqui por conta do Zine, um muito obrigado especial! E farei de tudo para botar esse negócio pra funcionar direito hehe.
Agora, vamos ao que interessa...
Conheci bandas novas, que particularmente, achei do caralho. Como a banda de Pernambuco "Sweet Fanny Adams", um quarteto com o sotaque pra lá de nordestino, e com um rock um tanto mais 'mordenete', mas que não deixa de ser bom e animador.
Conheci bandas novas, que particularmente, achei do caralho. Como a banda de Pernambuco "Sweet Fanny Adams", um quarteto com o sotaque pra lá de nordestino, e com um rock um tanto mais 'mordenete', mas que não deixa de ser bom e animador.
Sem contar outras bandas que nem preciso comentar, como: Ebinho Cardoso Trio (O cara!), Pata de Elefante (instrumental, diríamos: 'terapeutico'), MQN (o verdadeiro representante do rock goiâno), Garage Fuzz (hard core triunfante), e assim por diante...
Tristezas também participaram, como a apresentação da Los Bobs. Talvez seja pelo nervosismo de estar apresentando pela primeira vez em um festival grande, ou pelo som ( que os caras já estavam reclamando), mas fizeram o que puderam, e valeu o esforço. Quem sabe da próxima, tudo saia bem.
Muitas bandas subiram em um daqueles dois palcos, e botaram o espaço pra tremer (literalmente). Algumas muito boas, e outras nem tanto assim... Mas posso destacar que a diversidade musical estava muito bem selecionada, obrigada.
Mas, com certeza, a banda que eu mais esperava e que mais me impressionou, foi Diego de Moraes e o Sindicato. Depois de muito pular pra dar um 'oi' pro Diego e perguntar do meu carregador (que recentemente, havia esquecido em Goiânia), percebi que muita gente ficou olhando pra mim, como se eu fosse uma tiete de banda, querendo um simples 'oi' de seu ídolo... Mas, tá! O show foi super divertido! Todos como sempre, demonstraram todo o talento (apesar do som não estar favorável), no que deixou os cuiabanos e não-cuiabanos de plantão muito empolgados. "Esse moleque é do caralho", "Esse cara usa drogas \,,/", "Diegoooo!!!", é só o que eu ouvia durante o show. Fiquei emocionada, até. Meu apelidinho sendo citado durante a apresentação, com um 'muito obrigado' hehe. Eu é que agradeço pelo bom som que nos oferece, Sindicato!
Aqui está uma das principais músicas dessa 'nova fase' de shows dos meninos.
Mas, com certeza, a banda que eu mais esperava e que mais me impressionou, foi Diego de Moraes e o Sindicato. Depois de muito pular pra dar um 'oi' pro Diego e perguntar do meu carregador (que recentemente, havia esquecido em Goiânia), percebi que muita gente ficou olhando pra mim, como se eu fosse uma tiete de banda, querendo um simples 'oi' de seu ídolo... Mas, tá! O show foi super divertido! Todos como sempre, demonstraram todo o talento (apesar do som não estar favorável), no que deixou os cuiabanos e não-cuiabanos de plantão muito empolgados. "Esse moleque é do caralho", "Esse cara usa drogas \,,/", "Diegoooo!!!", é só o que eu ouvia durante o show. Fiquei emocionada, até. Meu apelidinho sendo citado durante a apresentação, com um 'muito obrigado' hehe. Eu é que agradeço pelo bom som que nos oferece, Sindicato!
Aqui está uma das principais músicas dessa 'nova fase' de shows dos meninos.
Amigo - Diego de Moraes e o Sindicato
Em breve, mais postagens de vídeos ;)
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Vídeos da Sika
Enquanto as fotos das minhas "artes" não saem, vou divulgar agora outro trabalhinho que ando fazendo. Dei uma de editora de vídeo e "cinegrafista" nessas minhas andanças. A edição ainda tá meio torta, mas com o tempo vou melhorando minha "habilidade" no negócio.
Os vídeos foram efetuados em Goiânia - GO, no espaço cultural Martim Cererê, em comemoração aos dois anos da Fósforo Produções Culturais. Irei postar somente dois vídeos, pois são os únicos prontos.
A banda registrada aqui se chama "Filhos de Maria" - nesse show eram Filhos de Maria Madalena... Algum dia eles acharão a "Maria" perfeita - cujo dois dos integrantes são meus queridões: Chelo e Diego.
Espero que gostem :)
Boi Araújo (Cachimbo de Ouro)
Composição: Diego e Chelo
Já Pensei
Composição: Diego de Moraes
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Realejo
Será que a sorte virá num realejo?
Trazendo o pão da manhã
A faca e o queijo
Ou talvez... um beijo teu
Que me empreste a alegria... que me faça juntar
Todo resto do dia... meu café, meu jantar
Meu mundo inteiro...
que é tão fácil de enxergar... E chegar
Enquanto e tão cedo
Tão cedo
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim
Será que a noite vira num vilarejo
vejo a ponte que levara o que desejo
admiro o que há de lindo e o que há de ser... você
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim
"Os opostos se distraem
Os dispostos se atraem"
Trazendo o pão da manhã
A faca e o queijo
Ou talvez... um beijo teu
Que me empreste a alegria... que me faça juntar
Todo resto do dia... meu café, meu jantar
Meu mundo inteiro...
que é tão fácil de enxergar... E chegar
Enquanto e tão cedo
Tão cedo
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim
Será que a noite vira num vilarejo
vejo a ponte que levara o que desejo
admiro o que há de lindo e o que há de ser... você
Enquanto for... um berço meu
Enquanto for... um terço meu
Serás vida... bem vinda
Serás viva... bem viva
Em mim
"Os opostos se distraem
Os dispostos se atraem"
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