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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mazzaropi - O Jeca Tatu (trecho)

Aqui vai um trecho do filme Jéca Tatu (1960) estrelado pelo eterno Mazzaropi.

Me lembro quando era bem pequena e alguns filmes do Mazzaropi passava no canal Bandeirantes (ou era na extinta Manchete?) quase que diariamente. Meu pai era simplesmente fissurando por ele! Não perdia uma transmissão se quer, e sempre rachava o bico durante o vídeo. Boas lembranças...

Estou postando este em especial pois usei ele no meu documentário de conclusão de curso. Alias, a minha apresentação será nesta segunda-feira (06), às 10h30, em algum lugar obscuro na Unic. Ninguém está convidado, mas gostaria de receber energias positivas neste horário, tudo bem?

Espero que gostem do vídeo como o meu pai :)


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Setembro


Estou com preguiça de escrever agora, mas achei legal recomendar este filme. Acabei de vê-lo no no Sesc Arsenal, e o achei muito bom. Não é puxação de saco, mas até hoje eu não vi nenhum filme do Woody Allen que seja ruim, apesar de não ter assistido todos, mas posso dizer que vi boa parte. Enfim, vai uma pequena descrição do filme a vocês a seguir.


SINOPSE: Numa casa de campo em Vermont, seis pessoas passam o último dia de verão. Um cenário ideal para Woody Allen construir um tocante drama sobre o amor, a amizade e a família ao seu modo inconfundível de fazer cinema. Numa ciranda de paixões, Lane (MIA FARROW), a dona de casa, ama um publicitário, Peter (SAM WATERSON), que alugou sua casa de hóspedes. Mas Peter ama Stephanie (DIANNE WIEST), que se sente vazia com o fracasso de seu casamento. Há ainda Diane (ELAINE STRITCH), a mãe de Lane, e o vizinho Howard (DENHOLM ELLIOT) que ama Lane, para fechar o círculo. Nesse mundo fechado da casa de verão, os personagens compõem um painel de aspirações e obsessões, que Woody Allen explora como ninguém.



Curiosidades: Este filme ainda não tem em DVD, portanto, terão que rebolar pra encontrar uma cópia. Mas para aqueles adeptos à downloads, aí vai o link também: http://www.4shared.com/file/71510177/40025188/SEPTEMBER_Woody_Allen.html


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Minha Amada Imortal


O ano era 2004. Como passei praticamente a minha vida inteira estudando em colégios de padre, tive um contato mais profundo com a igreja católica (juro!), e nisso, participava sempre de encontros religiosos promovidos pela igreja do meu colégio.

Eu sempre tive fama de dorminhoca, durmo em qualquer lugar e em qualquer hora (menos nas madrugadas em casa - insônia), ainda mais em palestras, e ainda mais palestras que ficam falando que Jesus é amor, Jesus é vida e virgindade é a alma do negócio, sinceramente acho isso tudo um saco. Mas em um desses encontros, ocorrido em Campo Grande - MS, vi a palestra de um padre que eu nem me lembro mais o nome da onde ele veio e do que ele falava, só sei que este momento me chamou a atenção pelo simples fato dele ter posto uma cena deste filme... Minha Amada Imortal.

Este filme conta parte da história de Ludwin van Beethoven, ou só Beethoven. Era um compositor erudito e ainda por cima alemão - só para focar que os caras fodas e inteligentes em sua grande maioria eram e são alemães, mas não é só por isso, é também o fato que apesar de ele ser um compositor extraordinário, ele era surdo. É difícil associar essas duas coisas não contraditórias. Talvez seria a mesma coisa que um fabricante de perfume não ter olfato, ou um cantor ser mudo, ou um dentista sem as mãos (não é uma má idéia!), enfim... Mas ele tinha o seu diferencial.

Em vida, Beethoven compôs grandes óperas, sonetos e concertos em geral. Sentia a música na alma, calculava minuciosamente cada instrumento em sua cabeça, e foi capaz de compor músicas inesquecíveis e imortais. Quem aqui nunca ouviu Sinfonia nº9, que atire a primeira pedra, obrigado.

Mas a música que me deixa extasiada é o Sonata ao Luar. No filme, Beethoven (interpretado por Gary Oldman) começa a tocar esta música no piano, como não podia ouvir o que estava tocando, tentou encostar seu ouvido no instrumento para sentir as vibrações que ele dava em cada dedilhada. Esta cena é simplesmente fascinante.

Cena do filme Minha Amada Imortal (1994)


Tudo isso é para que vocês confiram este filme. Ele não merecia um Oscar e nem um Globo de Ouro como melhor filme do ano, quanto mais do século, mas assistam somente para ver esta cena... Posso garantir que é apaixonante.

domingo, 15 de março de 2009

Fernando Meirelles - Política Cultural

Parte da entrevista feita pelo jornalista Marcelo Tas (sim, aquele carequinha de óculos do CQC) ao cineasta brasileiro Fernando Meirelles (diretor de Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel e o atual Ensaio Sobre a Cegueira), em uma de suas peças. Nele, o jornalista pergunta sobre a opinião do diretor em relação ao uso do dinheiro público no cinema, e qual seria a melhor forma de investi-lo.
Nunca tinha pensado por esse lado. E concordo com o que ele diz. Confira.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Operação Valquíria


Mais um post exclusivo para as grandes atrações da sétima arte. E este, sinceramente, superou minhas expectativas.

O roteiro do filme é todo inspirado em fatos reais. Contando sobre a operação que mudou de certa forma a visão horrível que eu tinha (tenho) do nazismo em seu todo. Cansados das ordens sem fundamentos do então consagrado Führer, Adolf Hitler, um grupo de membros do exército nazista elaboram uma estratégia para acabar com a repressão governamental que o então ditador da Alemanha aplicava. Liderado por um dos oficiais de confiança de Hittler, Claus Schenk Graf von Stauffenberg, a conspiração chamada Operação Valquíria mudou o conceito de muitos aliados ao terror sucedido na época.


O final é sem comentários. Para quem acompanha a história das guerras mundiais, já deve saber como termina este grande marco histórico da segunda guerra mundial.

E sinceramente, eu não curto muito o trabalho do galã e protagonista do longa, Tom Cruise, mas neste filme, ele me surpreendeu com sua encenação com porte mais determinado e esperançoso. Adorei.


Obs: Comecei a escrever esse texto desde o dia do lançamento, e só deu de terminar agora... sorry! Da próxima vez, serei mais prestativa.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Vicky Cristina Barcelona

Quanta agonia passei para poder assistir este maravilhoso filme do meu mais querido Woody Allen. Há meses confiro a lista de lançamentos do cinema, e nada. Mas esta semana fui mais uma vez presenteada com a estreia deste.


O longa conta a história de duas jovens americanas que decidem passar as férias em Barcelona, estamos falando de Vicky (Rebeca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson). As duas tem praticamente os mesmos gostos: gostam de fotografia, arte, música, entre outros. Mas em se falando de coração, as coisas mudam. Vicky é sensível e está prestes a se casar. Não acredita em aventuras amorosas e busca estar sempre com o seu pé no chão. Cristina, ao contrário de sua amiga, gosta de se entregar de corpo e alma em um relacionamento, sem se importar com seus possíveis resultados trágicos.

Nesta grande viagem, as duas conhecem o charmoso pintor espanhol Juan Antonio (Javier Bardem), que sofreu um romance perturbado com sua ex-mulher Maria Elena (Penélope Cruz). Um filme romântico, engraçado, sutil e cheio de grandes emoções. Ah! A trilha sonora é sem igual também. Recomendo os dois demais!



domingo, 4 de maio de 2008

Belos e Prostitutos

Já se foi a época em que Hollywood era desmoralizada por causa de seus atores terem filhos “ilegítimos” ou traições um tanto “devastadoras” com prostitutas ou com qualquer outra pessoa. Mas o que as fãs não aceitam de forma alguma é de seus “sonhos de consumo” serem gays.
Um exemplo clássico que temos, daquele “rostinho bonito” que mais faz parte dos sonhos das jovens daquela época, é o ator Rock Hudson. Que terminou sua vida humilhantemente com o HIV positivo em outubro de 1985. Hudson fez muito sucesso na década de 50 e 60 nas telonas do cinema, sempre com o papel de galã machão, talvez pela sua estatura física de quase dois metros de altura, másculo e é claro, bonito. Os boatos sempre rondavam sobre a opção sexual do galã, mas não havia confirmações. Até que com 30 anos de idade e ainda solteiro, seu agente Henry Willson decidi arranjar um casamento arranjado ao ator, para que os boatos fossem “abafados”. Rock casou-se com a secretária de Willson durante 17 meses – tempo suficiente para que se prove a masculinidade de um homem. Mas Hudson jamais deixou de ir em festas gays para se divertir. Mas toda esta diversão acabou na Aids, o que consequentemente acabou com sua fama e prestigio.
Vários testes do sofá foram feitos em Hollywood. Muitos jovens atores e talentosos tiveram que se deitar com diretores ou com pessoas influentes no cinema para que pudessem chegar ao estrelato. Ramon Novarro, um mexicano com o atlético forte e bonito, trabalhou durante cinco anos em Hollywood como garçom e figurante de filmes, até que encontrou a pessoa certa, o diretor irlandês Rex Ingran, que era homossexual assumido e se apaixonou pela beleza mexicana que Ramon oferecia. Em 1925 o ator estrelou no clássico Bem-Hur, ainda no cinema mudo, Novarro finalmente se tornaria o ídolo das mulheres do mundo inteiro, que jamais suspeitaram de sua homossexualidade. Com a vinda do cinema falado, Navarro não teve tanta sorte. Então afastado das telonas, Ramon não precisou se casar ou esconder sua opção sexual. Mas em 1968 com 69 anos de idade, Navarro levou dois jovens rapazes para seu apartamento a fim de transar, tragicamente foi brutalmente assassinado a facadas pelos mesmos. Triste fim a um dos maiores galãs do cinema mudo.
O rei do terror, Vicent Price, nunca escondeu ser homossexual. Apesar de ter se casado três vezes e ter dois filhos. Têm ainda os bissexuais como Carry Grant, Marlon Brando, Jack Palance e Mel Ferrer. E também os gays autênticos e assumidos, como Richard Chamberlain, Dirk Bogarde, Chris Saradon e César Romero – estes bem promíscuos que jamais se importaram com a perda de popularidade por conta disso. Mas houve um ator muito promissor, que arruinou sua carreira por ser preso várias vezes em banheiros públicos de Los Angeles seduzindo meninos menores de idade em troca do estrelato, o boa pinta George Maharis. Fez muito sucesso na TV com o seriado Rota 66. Maharis pegou ao inverso o preço da glória.

Obs: Só para ter um post legal.




quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Ioou Willy!


Ontem tive um dia revelador. Estava em casa, depois de um dia "exaustivo" de trabalho com dores de cabeça um tanto estranhas, enjuada ao extremo de computador e todos seus afins, decidi sentar-me em frente à televisão para encontrar alguum canal que me agradace (já que agora, mamãe resolveu voltar com a tv à cabo!). Adoro desenhos, não me envergonho de dizer isso no auge dos meus 20 anos vividos - eles ainda me são bem educativos - e fui direto no 42, canal da Nicklodeon, estava passando um filme familiar... Free Willy. Sim! Aquele famoso filme da "Sessão da Tarde" em que contém também a famosa baleia assassina que encantou toda uma geração da década de 90 - o que eu já posso dizer "minha época".
Já estava quase no final, na lastimável cena em que a baleia dá "um bolo" no menininho, cujo o nome é Jesse. Que tragédia...
Conflitos vão e vêm, até que os malvadões da história quebram o tanque para a baleia morrer. Daí começa a grande aventura, o que eu chamo de "operação: salve o Willy". Roubam o carro do pai adotivo de Jesse para transportar a baleia até o oceano, onde sua família estava - nossa! Isso que é aventura mesmo! Como seria na vida real um transporte de uma BALEIA em uma caminhonete caindo aos pedaços? Enfim... - Chegam ao local, e começa aquela enrolação misturada com intensidade para que a baleia saia do lugar e fuja do local, pescadores aparecem para atrapalhar tudo. Até que Jesse tem a grande idéia de fazer a baleia pular um morrinho de terra para escapar daquele alvoroço. Comentários surgem: "Será que a baleia consegue?" "Ela nunca pulou tão alto". Meu coração começa a disparar quado Jesse começa a falar uns dizeres, algo como "Samole ala gaiziz" - eu acho - e a baleia pula! Num salto espetácular! Meu olho encheu de lágrimas e os pelinhos de meu braço ficaram todos arrepiados quando a baleia passa por cima do menino, derramando aqueles respingos d'água em cima do mesmo.

Cenas cinematográficas inesquecíveis.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

The Shining



Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infelizMais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infelizMais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infelizMais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz Mais siso e menos riso fazem o Jack infeliz