domingo, 15 de março de 2009
Fernando Meirelles - Política Cultural
domingo, 8 de março de 2009
Leonardo Pareja
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Operação Valquíria
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Stand by me

And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, No I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me
Refrão:
So darling, darling
Stand by me, oh, stand by me
Oh stand, stand by me,
Stand by me
If the sky that we look upon
Should tumble and fall
Or the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry
No I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me
Refrão
Whenever you're in trouble, won't you stand by me
Oh stand by me,
oh won't you stand now?
stand by me
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Vicky Cristina Barcelona
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
De volta ao batente
No dia 20, pensei em escrever sobre o então saudoso Barack Obama, presidente eleito dos Estados Unidos da América. Mas posso deixar um breve comentário de que finalmente poderei respirar novos ares (talvez, mais aliviados) em relação à grande potência mundial. Pelo menos, o primeiro presidente negro eleito nos EUA, me fez acreditar em "yes, we can!" e continuar colocando em prática a famosa frase dita há 46 anos - "I have a dream".
BUT! Não escrevi, pois este dia foi realmente uma bagunça. Finalmente consegui realizar então o sonho de entrar na federal (futura ciêntista social, obrigada) e não tive tempo para o grado. Enfim... Decidi deixar aqui uma dica de pesquisa.
Vasculhando o caderno de pautas que minha querida chefinha me fez, vi de primeira uma que me chamou a atenção, que é a seguinte: "Museu de Arte Ruim". O nome é bem sugestivo, mas bem interessante.
Nós, os bons apreciadores da arte (ui, modéstia), temos a missão de perceber pontos significativos em cada obra-de-arte que encontramos. Mas, sempre nos deparamos com algumas "peças" que realmente nos chamam a atenção. Não pela sua beleza de fato, e sim, o oposto disto. E pensamos: "Como uma coisa dessa pode ser arte?". Sei lá, né?! Sempre tem um louco que admira esta tal façanha. Mas, exatamente nos EUA, existe um museu especial para os fracos e oprimidos da "arte de fazer arte".
MOBA - Museum of Bad Arts é o local. http://www.museumofbadart.org/
Por que a arte imita a vida...
terça-feira, 18 de novembro de 2008
“Enquanto você sonhava”, exposição de fotografias de Rosano Mauro Jr.
A imagem de uma moça preparando-se para dormir com o seu olhar cansado e inquieto, coberta por um edredom de cores mistas e seu livro aberto ao lado; um homem ao telefone de orelhão com a barba por fazer, expressando tristeza em seus olhos e em sua aparência, compondo também a imagem decadente de um cigarro aceso, dominado pela fumaça em composições de cores frias.
As fotos mexem bastante com o contra-luz, sombras e o preto e branco, tendo como característica a sutileza do enquadramento. Pode-se perceber que as cores fortes se enquadram perfeitamente com as cores menos gritantes, dando um equilíbrio na temperatura da cor.
Através destas composições, são lançados diferentes leituras do cotidiano de pessoas com uma única coisa em comum: a busca do sonho. “Cada um sente a fotografia com uma intensidade e vibração. Cada uma conta uma história, uma possibilidade, um sonho” - comenta o fotógrafo.
O convite
A exposição foi um convite da 3ª Temporada de Exposiçãoes do Sesc Esquina, no sul do Brasil. Cada temporada conta com seis artistas visuais, sendo cinco aprovados pelo Sesc, e somente um é convidado. E o previlegiado da vez foi o fotógrafo cuiabano, que produziu as fotos especialmente para o evento em cartaz, dando um espaço aberto para que os observadores possam não somente ver e apreciar, mas sentir de diferentes maneiras as mensagens que as fotos transmitem.
Para chegar a este resultado, o autor desta “mostra de sonhos” diz ter-se inspirado em cinema, leituras, assistir televisão, músicas, e até conversas flagradas no ônibus. “Gosto de ver lugares, composições interessantes me fazem ter idéias para possíveis ensaios. Conhecer pessoas com boa fotogenia (bela ou grotesca) também é altamente inspirador.” - diz.
O fotógrafo revela ter vasculhado suas obras passadas, buscando imagens com enquadramentos e composições mais fortes, cores diferentes e mais ousadas, à caça de luzes naturais, sem nada muito “clean” - como mesmo diz Rosano, mas sempre buscando a harmonia entre as cores dispostas no espaço. “Quero criar com a minha fotografia, reações e evocar sentimentos, criando imagens sensíveis e reveladoras, num mundo inflacionado de imagens de mega pixels” - conta.
A abertura da exposição foi no dia 11 de novembro (terça-feira), e segundo o artista responsável pelo evento, o público foi muito além do esperado pelo mesmo.
O “arquivista” de sonhos
A vida profissional de Rosano começou recentemente, em 2006, com auxílio de seu amigo e também fotógrafo Vinícius Mania (do Estúdio Wayne). Começaram a fazer coberturas fotográficas de festivais musicais e também até de velórios. Mudou-se para Curitiba-PR no mesmo ano, e com uma câmera emprestada, começou a dar suas primeiras pinceladas na arte de desenhar com a luz durante as tardes curitibanas, registrando a cidade, as pessoas, as sombras, entre outros, dizendo que não há melhor opção de se conhecer a cidade: treinando o olhar.
Hoje, com a própria câmera profissional, procura buscar seu trabalho em locações externas (praças, parque de diversões, ruas), tem o auxílio da luz natural com a ajuda de rebatedores. Diz que lá em Curitiba a luz do sol é mais difundida, não batendo com tanta força como em famoso sol de Cuiabá, colaborando mais com o resultado das imagens.
Fez sua primeira exposição no ano passado no mesmo lugar, SESC da Esquina/Pr, dentro de um projeto que se chamava “Olho Mágico” onde acontecia exposições e oficinas, tendo como objetivo discutir tecnologia e linguagem fotográfica. “Eu estava com a exposição ‘Digifásico’ com o trabalho eu pretendi mostrar uma nova perspectiva da realidade cotidiana. Demonstrando momentos familiares, no entanto, a partir de olhares não usuais”, conta.
Ele diz que a exposição “Enquanto Você Sonhava” é um mote para cada fotograma, casando com o universo de cada um daqueles personagens impressos nas fotografias, propiciando a cada enquadramento uma quimera no plano mais geral, valorizando a expressão e instigando imaginação do espectador. Pretende trazer a exposição para MT o mais breve possível, contando com apoios de entidades públicas.
Caso você se interesse em saber mais sobre o olhar fotográfico de Rosano Mauro Jr., acesse: www.rosanomauro.rg3.net.
Serviço
Para quem estiver de passagem por Curitiba no Paraná, vai aí uma bela opção cultural na cidade. Exposição “Enquanto você sonhava” compondo oito fotografias do cuiabano Rosano Mauro JR. Expostas até o dia 06 de fevereiro de 2009 no 4º andar do Sesc da Esquina (Rua Visconde do Rio Branco, 969 CEP: 80410-001). Horários: 8h às 22h, de seg. a sexta e das 8h às 18h aos sábados. Informações: (41) 3304-2222.








quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Circo Místico
Lembro de um fato curioso na minha vida. Há alguns anos, sentava eu e meu pai em frente a um som que a gente tinha na sala. Ele colocava aqueles discos de vinil para tocar, e dizia: "Filha, escuta isso aqui. É música clássica, olha como é bom..." - movimentava as mãos com os olhos fechados como se fosse um maestro - "Olha aqui meu braço, tô até arrepiado".
Como eu tinha apenas cinco anos de idade, não entendia muito bem o que ele queria dizer com todos aqueles movimentos, mas curtia as músicas que ele me botava pra ouvir. Elas curiosamente me permitiam 'viajar' sem sair do lugar.
Lembro também que toda a semana (sem brincadeira nenhuma!) ele locava o VHS do filme "Amadeus", obra inspirada na vida de Wolfgang Amadeus Mozart, ou só Mozart. Um famoso compositor erudito que meu pai AMA de paixão. E acho que foi daí que me veio o gosto de escutar essas músicas.
Bom, esta parte da minha vida que acabei de citar, é para dizer que neste domingo fui a um concerto no Sesc Arsenal, da Orquestra do Estado de MT. Já estive em algumas apresentações deles, mas este me chamou mais a atenção.
Primeiramente, eles tocaram músicas mais calminhas de Warlock. Com o tempo, as coisas começaram a ficar mais animadas. Aqueles famosos "pom pom pom" (se é que vocês me entendem) junto com gritos, apitos e bumbos fizeram parte desta animação. Um verdadeiro espetáculo circense! Tocaram também músicas do Chico Buarque e Edu Lobo, que sinceramente, foi a parte da apresentação que mais me emocionou. Principalmente quando eles tocaram "O Circo Místico" e "Meu Namorado". E por fim, Romão Pires. Quem é que não conhece aquelas famosas marchinhas de circo. Acho que quando alguém entra em um, acaba lembrando das músicas de Pires.
Não sei bem o porquê que este espetáculo me deixou tão fascinada. Se é pelo fato de ver meu sobrinho ao meu lado todo animado, fazendo os mesmos movimentos que meu pai fazia, ou se é pela essência da música. Acho que como citei no início, me lembrei de quando era pequena. Bons momentos aqueles...
Parabéns à orquestra, e um muito obrigado :)
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Novo Flickr
Depois de tanto me estressar com o /fotosdasika, decidi fazer outro flickr. Agora todos vocês podem conferir minhas fotos aqui.
A seguir, um pouco do que rola lá:



;)
domingo, 28 de setembro de 2008
Setembro Freire fechado com show do Vanguart
Este dia: Ontem (27).
Creio que cheguei um pouco tarde, mas creio também que não perdi tantas coisas. Aconteceu o lançamento do livro "Bugrinho - Que menino é esse?" da Editora Entrelinhas de Daniela Freire, filha do homenageado. E ilustrado pelo cartunista Marcelo Velasco. O livro tem caráter infantil, mas que não impede de um bom adulto voltar a ser criança novamente, e viajar pelos traços coloridos dos desenhos apresentados e pelas palavras abertas da autora, contando a história de um menino magricelo "da cor que não desbota" conterrâneo de Marechal Rondon.
Junto com o lançamento, houve a apresentação de teatro da Companhia Teatral Mosaico, contando de uma forma bem engraçada a história da família Silva Freire e suas "aventuras". Aproveitando, quero dar meus parabéns ao meu professor Celso Gayoso, que participou da apresentação. Nunca o vi tão expressivo e alegre (rs).
Muitas pessoas estavam presentes pelo Sesc Arsenal. Mas creio que muitas destas pessoas não tinham nem conhecimento da importância do evento em si, pois creio que muitas estavam lá somente para conferir o show, que com certeza, era o mais esperado do mês an cidade: A banda Vanguart.
Eu, como fã incondicional dos meninos, mas também como uma crítica caloura, digo que o show foi o mais belo entre todos os shows que já participei. Sinceridade pura! Tudo bem que o som estava um pouco alto demais, mas isso não impediu que tudo aquilo se tornasse um grande encontro de diferentes formas expressivas da cultura regional da nossa quente terrinha. Alguns versos foram recitados de forma interpretativa pelos musicos ao som do violinista que infelizmente não lembro o nome (sorry!). Muitas músicas estavam incluídas no repertório da banda, dentre elas, músicas antigas, que eu já nem lembrava mais, e novas músicas também, que mostraram ainda mais o amadurecimento da banda durante estes quatro anos de carreira. Algumas foram tocadas com a participação do ex-baixista da banda, uma ótima oportunidade para um 'reencontro'.
Sim, o Setembro Freire foi fechado com chave de ouro sem dúvidas! Todos os envolvidos estão de parabéns. E com certeza o senhor Benedito Santa'na da Silva Freire esteve presente entre todos, feliz com esta emocionante realização. Mas não mais feliz que todos que tem conhecimento de suas andanças e de suas conquistas, e se orgulham de tê-lo em nosso meio como um grande conterrâneo que foi.
Obs: Desta vez não tirei fotos do evento. VACILO - LO -LO - LO...
sábado, 20 de setembro de 2008
Fotos do Jambolada 2008
Obs: Não postei mais porque o limite de fotos postadas no flickr estourou... Preciso arranjar grana para mudar esta realidade ¬¬
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Festival Jambolada 2008 - 3º dia (último)
Digamos que os sons tocados foram mais 'lights', com boa quantidade de sambinha de raiz, uma colher de rockabilly, hip hop à gosto e uma pitada de indie. Estes seriam os tais ingredientes para formar o último dia do Festival Jambolada 2008.
As bandas foram: Ophelia and the Tree (MG), Filomedusa (AC), Renegado (MG), Aline Calixto e Eterna Chama (MG) e Marku Ribas (MG).
Vou destacar apenas duas bandas, das quais eu gostei mais de ver, no dia. Sorry!
Apesar de ter muito cover, as bandas não deixaram passar. Posso destacar Aline Calixto e Eterna Chama, que apresentou um vocal forte e feminino, tocando os grandes sucessos do samba, como por exemplo: Paulinho da Portela, o que não deixou ninguém sem levantar as mãos e dar seus passinhos improvisados, até ser pedido 'bis', mesmo estourando o tempo da banda.
A banda acreana Filomedusa também surpreendeu. Os quatro integrantes souberam levar muito bem a galera com a sua música indie acrescentado de raízes amazonenses. Também, há de se concordar, com a voz maravilhosa de Carol Freitas, com o solo 'terapêutico' de Saulinho, nas batidas nervosas de Thiago Melo e no baixo eletrizante de Daniel Zen.
Obrigada a todo pessoal da organização do evento. Tudo foi muito lindo! Parabéns à todos.
domingo, 14 de setembro de 2008
Festival Jambolada 2008 - 2º Dia
Noite de sábado mais agitado, com batidas e sons diversificados e com muita energia mineira no espaço Acrópole. Pude conferir de perto e sem “imprevistos” toda a movimentação desta 4ª edição do festival de música independente Jambolada.
As bandas da noite estavam em um ritmo totalmente diferente das do 1º dia. Poderia se dizer que satisfazia os ouvidos de um emo até um metaleiro de pedra, ou poderia ser mais exata: de Mallu Magalhães à Ratos de Porão. Isso, galera! Não estou mentindo. A princesinha do folk dividindo o palco com os verdadeiros “monstros” do metal brasileiro. Chega ser engraçado imaginar muito isso. RS
Destaquei algumas bandas que me chamaram a atenção e fiz algumas observações:
Galinha Preta: De cara, a banda faz bem jus ao nome. A loucura dos caras em transmitir sua mensagem ao publico chegava ao 12. Nada do que a gente está acostumado a ouvir do som de DF – estado da banda. O vocalista chegava a dizer que estaria lá para chocar, sem agradar ninguém. De certa forma, ele cumpriu o que disse, mas agradou parte do público presente.
Krow: Metal sujo, é o que tenho pra dizer. Acho que vocês ao lerem isso, já pensam naquele “uooooh” com tom grave. Pois bem, é isso mesmo. Os caras souberam deixar o pessoal de pernas pro ar (literalmente). Posso dizer que os metaleiros ficaram mais animados só no show do Ratos – o que é óbvio.
Juanna Barbera: Uma pena, mas perdi boa parte do show – estava na feirinha ‘testando’ os produtos. Mas ainda consegui pegar a última música, o que não adiantou muita coisa para eu escrever com as minhas palavras o que rolou. Então, comecei a perguntar para a galera: “Show profissa!” – era o que simplesmente se ouvia. E posso crer. Pois, o primeiro show que vi (fevereiro de 2008) os caras surpreenderam com a suas letras poéticas em tons livres.
Dissidente!: Uma banda que não conhecia, mas que me chamou bem a atenção. O público cantava fortemente boa parte das músicas com os caras. Até as ‘groupies’ de plantão não economizaram seus gogós para apreciar o trabalho dos garotos. Senti uma mistura de sons, com mais pegada de blues, mas sem a voz rouca. Letras que refletem sobre os problemas sociais que estamos cansados de discutir, mas que é sempre bom relembrar.
Enne: Os emos que iriam curtir bem essa banda. Som tão romantiquinho que dá vontade de apertar as bochechas. Mas de certa forma os meninos procuraram misturar um pouco o ritmo da apresentação. Até tocaram a música do Foo Fighters “All my life”. Sim, merecem respeito por minha parte.
Mallu Magalhães: Os 15 minutos da “princesinha do folk” estão sendo muito bem aproveitados. Os fãs histéricos tiravam totalmente a proposta do show: a de ser calmo e ‘bonitinho’. A voz da Mallu é algo para se discutir. Aquela coisa gostosinha de se escutar em horas apropriadas, pois as mesmas podem provocar certas sonolências do ouvinte. Mas vai, o show foi fofinho. :)
Diego de Moraes e o Sindicato: Uma das bandas mais esperadas por mim na noite. Mas que com certeza, muitas pessoas presentes esperavam mais. A intenção foi muito boa em colocar as “Antigas músicas novas” no repertório, como: "Todo Dia" e "Música Estranha pra Pessoas Esquisitas", mas esta primeira, apesar de ser muito boa, fez o povo dar uma encostada na grade com as mãos no queixo para ficar olhando o Diego sozinho no palco. Um ponto a se observar é que eles também pecaram em tirar músicas que eram fundamentais, como "Deus Seja Louvado" e "Construção", ou então acrescentar "Desculpe-me mas vou cantar em português", que ao meu ver, seria uma ótima música para acompanhar o ritmo das outras. É muito triste uma fã de carterinha falar isso, mas é.
Madame Sattan: Pode pensar no “uoooh” mais feminino ai, por que foi assim que se escutou do Madame Sattan. Já com algum tempo de carreira, o grupo mostrou mais uma vez que estão para ficar, e mostrar o que fazem de bom. Pará não tem só loira envolvida com Calypso não, minha gente!
Ratos de Porão: Apesar do estrelismo do baterista em não querer que a imprensa fique muito perto para tirar fotos, pois isso “perderia a concentração” do mesmo, o show foi bem redondo. Também, com quase 30 anos de carreira, era o que se poderia esperar. O fãs ficaram doidos, fazendo seus moshs e seus jumps corriqueiros. Empolgante, sim.
sábado, 13 de setembro de 2008
Jambolada 2008

Depois de quase 20h de busão, e muitas cidades estranhas percorridas, estou aqui no meio de muita mineirada arretada na 4ª edição do Festival Jambolada. Programação quentíssima, que já no primeiro dia arrebentou os tímpanos da galera com muita sonzeira (no bom sentido, é claro!).
Tive um pequeno problema com a minha câmera, no que resultou o triste fato de que tirei foto somente das quatro primeiras bandas (shit!). E também tive um pequeno problema de 'saúde'.
Mas hoje, espero que o negocio seja como esperado hehe :)
Veja no link a seguir, as fotos do Jambas: http://www.flickr.com/photos/fotosdasika/
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Vídeos - Filhos de Maria
Vai aí, mais Filhos de Maria (Alguma coisa).
Vídeos gravados por mim em Goiânia - GO.
Pensamento em Sintonia
Oh, minha amiga
Solo de Cavaquinho
Obs: Recomendo “Pensamento em Sintonia” – não paro de escutar essa música.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Fotos - Festival Calango
Pata de Elefante (RS)





Filomedusa (AC)


Linha Dura (MT)

Do Amor (RJ)
Agradecimentos ao Willian, que ajudou a tirar as fotos (eu estava com uma baita dor na coluna...). Até a próxima rodada (ou não) de fotos.
sábado, 9 de agosto de 2008
1º Dia de Festival Calango 2008
Conheci bandas novas, que particularmente, achei do caralho. Como a banda de Pernambuco "Sweet Fanny Adams", um quarteto com o sotaque pra lá de nordestino, e com um rock um tanto mais 'mordenete', mas que não deixa de ser bom e animador.
Mas, com certeza, a banda que eu mais esperava e que mais me impressionou, foi Diego de Moraes e o Sindicato. Depois de muito pular pra dar um 'oi' pro Diego e perguntar do meu carregador (que recentemente, havia esquecido em Goiânia), percebi que muita gente ficou olhando pra mim, como se eu fosse uma tiete de banda, querendo um simples 'oi' de seu ídolo... Mas, tá! O show foi super divertido! Todos como sempre, demonstraram todo o talento (apesar do som não estar favorável), no que deixou os cuiabanos e não-cuiabanos de plantão muito empolgados. "Esse moleque é do caralho", "Esse cara usa drogas \,,/", "Diegoooo!!!", é só o que eu ouvia durante o show. Fiquei emocionada, até. Meu apelidinho sendo citado durante a apresentação, com um 'muito obrigado' hehe. Eu é que agradeço pelo bom som que nos oferece, Sindicato!
Aqui está uma das principais músicas dessa 'nova fase' de shows dos meninos.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Show do Astronauta Pingüim - MISC

Agora, Astronauta Pingüim foi bem interessante. Apesar de ele não saber cantar algumas músicas e errar algumas (muitas) notas, gostei do "ritmo" do show - daqueles animados. E o legal, é que desta vez ele teve a participação de dois integrantes da banda mato-grossense Revoltz: Ricardo Kudla e Jean Albernaz, que mandaram muito bem. E no final, o meu maior ídolo maranhense Dewis Caldas, acompanhou a atração bem no seu jeito "Chimbinha" de tocar.

Para conferir mais fotos do show, acesse: www.flickr.com/fotosdasika
OBS: Gente, sem esquecer que amanhã começa o tão esperado Festival Calango! Com uma lista farta de bandas nacionais e internacionais - que sem querer puxar saco, estão bem selecionadas ao meu ver (principalmente amanhã e domingo). Então, não deixem de ir conferir as bandas e também a minha barraquinha de desenhos em exposição, ok?! hehe
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Vídeos da Sika
Já Pensei
Composição: Diego de Moraes