
Olá, pessoas. Feliz ano novo! Mesmo que este ano novo já tenha praticamente 30 dias, ou seja, já nem é mais tão novo assim.
Estive off mesmo por motivos bem fortes. Talvez, durante estes dias eu até estaria mais "inspirada" para escrever textos "bonitos e com muito sentido", mas acho que hoje estou um pouco mais “intensa”, pois em vez de falar do tão famoso "amor", aquele sentimento que geralmente quando sentimos, escutamos sinos toda hora em nossa cabeça. Hoje irei falar de dor, este sim eu tenho mais intimidade e mais inspiração.
Parece brega e "démodé" falar disso. Mas eu acho que é a hora em que você sente pra valer, com muita dose de melancolia.
Do que adiantaria o amor se não houvesse a dor? Que sentido isso teria? No amor, frequentemente a pessoa já não pensa muito por si, não se importa muito com o que acontece ao seu redor, pois está tudo muito bem. Já na dor, isto muda quase que completamente. Este sentimento, que muitas vezes aparece em dores até físicas, daqueles bem no meio do peito, você fica se lamentando dos ocorridos, e com raiva da vida, pois ela deveria ser diferente.
Muitas pessoas ficam loucas, sem ter muito que fazer, e se isolam do mundo. Ouvi um ditado certo: "Mente vazia é oficina do diabo", e isso eu devo concordar que é fato.
Pelo menos, no meu caso, depois da "merda" feita, eu preciso que o "diabo" trabalhe um pouco na minha cabeça, pois eu mereço sentir isso de verdade, pois é o único momento em que eu me encontro pra valer, me conheço, bato um papo comigo. Coloco para tocar músicas que falam exatamente aquilo que eu to sentindo, e sempre com uma melodia que parece um velório. Para falar a verdade, eu assumo que sou um tanto "masoquista" neste ponto. Mas, caro leitor, eu, com a minha breve sapiência, acredito que este é o melhor caminho para você ficar bem consigo mesma e viver a sua vida normalmente, sem mais nóias. Lógico que isso tem um tempo certo para viver. Se afogar nas lamentações, não é uma coisa saudável.
Ontem começou esta fase em mim. Não costumo falar muito da minha vida intima aqui, mas sei lá, chega uma hora que é inevitável você se comunicar com estranhos, falando das suas frustrações. É... isso realmente é uma dor das boas, pois só os que já passaram por isso, entendem.
Respondam pra mim, seis meses passam realmente rápido? Pois já se passou um dia, e parece que essas 24 horas duraram um ano inteiro, daqueles bem chatos, que você pede muito para acabar.
Me derrubei aos prantos, pedindo para que isso acabace logo. Hoje parece que minhas lágrimas secaram, pois estou procurando um meio de não sofrer, um meio talvez não tão bom, mas necessário no momento: sentir raiva. Acho que quando sentimos raiva, nós meio que começamos a ignorar e abortar o que incomoda, se preocupando com coisas mais importantes. Mas, caros leitores, lamento dizer que isso não acontece com todo mundo. Não é muito fácil sentir raiva de uma coisa que você cultivou com tanto carinho e atenção. Digo que o que eu sinto não seja amor, pois acho que isso é algo muito forte para se dizer, mas com certeza é algo especial que ficou inacabado, e que já não é mais questão de opção, é uma questão de precisar da companhia deste alguém que se tornou importante e essencial na sua vida. É... a raiva é para poucos. Poucos bons que sabem controlar o incontrolável. Estou tentando ser isso, torçam por mim (ou não).
O que me resta é tentar ver estes seis meses passarem depressa, e sem dor. Quem sabe assim, eu leve alguns créditos no final de tudo isso, não é?!
Obs: Meu namorado - o finalmente "cara certo", até que alguém prove o contrário - foi embora ontem para Budapeste, capital da Hungria, estudar. Ficará durante seis meses. Decidimos cada um viver a sua vida neste meio tempo, e no final, ver o que sentimos realmente um pelo outro. Merda...
Estive off mesmo por motivos bem fortes. Talvez, durante estes dias eu até estaria mais "inspirada" para escrever textos "bonitos e com muito sentido", mas acho que hoje estou um pouco mais “intensa”, pois em vez de falar do tão famoso "amor", aquele sentimento que geralmente quando sentimos, escutamos sinos toda hora em nossa cabeça. Hoje irei falar de dor, este sim eu tenho mais intimidade e mais inspiração.
Parece brega e "démodé" falar disso. Mas eu acho que é a hora em que você sente pra valer, com muita dose de melancolia.
Do que adiantaria o amor se não houvesse a dor? Que sentido isso teria? No amor, frequentemente a pessoa já não pensa muito por si, não se importa muito com o que acontece ao seu redor, pois está tudo muito bem. Já na dor, isto muda quase que completamente. Este sentimento, que muitas vezes aparece em dores até físicas, daqueles bem no meio do peito, você fica se lamentando dos ocorridos, e com raiva da vida, pois ela deveria ser diferente.
Muitas pessoas ficam loucas, sem ter muito que fazer, e se isolam do mundo. Ouvi um ditado certo: "Mente vazia é oficina do diabo", e isso eu devo concordar que é fato.
Pelo menos, no meu caso, depois da "merda" feita, eu preciso que o "diabo" trabalhe um pouco na minha cabeça, pois eu mereço sentir isso de verdade, pois é o único momento em que eu me encontro pra valer, me conheço, bato um papo comigo. Coloco para tocar músicas que falam exatamente aquilo que eu to sentindo, e sempre com uma melodia que parece um velório. Para falar a verdade, eu assumo que sou um tanto "masoquista" neste ponto. Mas, caro leitor, eu, com a minha breve sapiência, acredito que este é o melhor caminho para você ficar bem consigo mesma e viver a sua vida normalmente, sem mais nóias. Lógico que isso tem um tempo certo para viver. Se afogar nas lamentações, não é uma coisa saudável.
Ontem começou esta fase em mim. Não costumo falar muito da minha vida intima aqui, mas sei lá, chega uma hora que é inevitável você se comunicar com estranhos, falando das suas frustrações. É... isso realmente é uma dor das boas, pois só os que já passaram por isso, entendem.
Respondam pra mim, seis meses passam realmente rápido? Pois já se passou um dia, e parece que essas 24 horas duraram um ano inteiro, daqueles bem chatos, que você pede muito para acabar.
Me derrubei aos prantos, pedindo para que isso acabace logo. Hoje parece que minhas lágrimas secaram, pois estou procurando um meio de não sofrer, um meio talvez não tão bom, mas necessário no momento: sentir raiva. Acho que quando sentimos raiva, nós meio que começamos a ignorar e abortar o que incomoda, se preocupando com coisas mais importantes. Mas, caros leitores, lamento dizer que isso não acontece com todo mundo. Não é muito fácil sentir raiva de uma coisa que você cultivou com tanto carinho e atenção. Digo que o que eu sinto não seja amor, pois acho que isso é algo muito forte para se dizer, mas com certeza é algo especial que ficou inacabado, e que já não é mais questão de opção, é uma questão de precisar da companhia deste alguém que se tornou importante e essencial na sua vida. É... a raiva é para poucos. Poucos bons que sabem controlar o incontrolável. Estou tentando ser isso, torçam por mim (ou não).
O que me resta é tentar ver estes seis meses passarem depressa, e sem dor. Quem sabe assim, eu leve alguns créditos no final de tudo isso, não é?!
Obs: Meu namorado - o finalmente "cara certo", até que alguém prove o contrário - foi embora ontem para Budapeste, capital da Hungria, estudar. Ficará durante seis meses. Decidimos cada um viver a sua vida neste meio tempo, e no final, ver o que sentimos realmente um pelo outro. Merda...


